REsp 2119722 - DECISAO
O relator entendeu que, diante da jurisprudência dominante do STJ e do entendimento do STF sobre competência da Justiça do Trabalho para reconhecimento de verbas trabalhistas e seus reflexos, o patrocinador (ex‑empregador) é parte ilegítima para figurar no polo passivo em ação dirigida à revisão de benefício previdenciário complementar, devendo ser reconhecida a ilegitimidade passiva do Banco do Brasil e provido o recurso especial.
- Parties
- Recorrente: BANCO DO BRASIL S/A; Recorrido: recorrido
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 February 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Monocrática (provimento)
- Outcome
- Recurso especial provido para reconhecer a ilegitimidade passiva da patrocinadora (BANCO DO BRASIL)
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva Da Patrocinadora, Revisão De Benefício Previdenciário Complementar, Competência Da Justiça Do Trabalho, Recomposição Da Reserva Matemática
Case Brief
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Parties
BANCO DO BRASIL S/A
Recorrente
recorrido
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática (provimento)
Legal Issues
- 1 ilegitimidade passiva da patrocinadora em ação de revisão de benefício complementar
- 2 incidência da Súmula 568 do STJ permitindo decisão monocrática quando há entendimento dominante
- 3 necessidade de prévia recomposição da reserva matemática pelo participante
Ratio Decidendi
O relator entendeu que, diante da jurisprudência dominante do STJ e do entendimento do STF sobre competência da Justiça do Trabalho para reconhecimento de verbas trabalhistas e seus reflexos, o patrocinador (ex‑empregador) é parte ilegítima para figurar no polo passivo em ação dirigida à revisão de benefício previdenciário complementar, devendo ser reconhecida a ilegitimidade passiva do Banco do Brasil e provido o recurso especial.
Court Disposition
Recurso especial provido para reconhecer a ilegitimidade passiva da patrocinadora (BANCO DO BRASIL)
Orders
- Reconhecida a ilegitimidade passiva do BANCO DO BRASIL para integrar o polo passivo da demanda
- Condenado o recorrido ao pagamento de honorários advocatícios em favor do BANCO DO BRASIL, fixados em 10% sobre o valor atualizado da causa
Full Case Text
Judgment text and source record
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