AREsp 2044275 - ACORDAO
Conheceu-se do agravo para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento porque não há prequestionamento dos dispositivos legais invocados; o STJ não analisa omissão sobre matéria constitucional; o ônus de provar a exploração familiar da pequena propriedade é do executado (Tema 1.234/STJ) e a alteração da conclusão exigiria reexame de prova, vedado pela Súmula 7/STJ; ademais, não foi demonstrada afronta ao art.1.022 do CPC quanto às matérias impugnadas, atraindo a Súmula 211/STJ; finalmente, o espólio é parte legítima enquanto não houver partilha.
- Parties
- Recorrente: VALDIR ARANTES - ESPÓLIO; Recorrido: Oswander Francisco de Oliveira; Inventariante: Waleswska Imaculada Ribeiro Arantes
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 August 2025
- Procedural Posture
- AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL / Acórdão
- Legal Topics
- Impenhorabilidade, Pequena Propriedade Rural, Ônus Da Prova, Prequestionamento, Negativa De Prestação Jurisdicional, Legitimidade Do Espólio, Reexame De Provas (súmula 7/stj)
Case Brief
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Parties
VALDIR ARANTES - ESPÓLIO
Recorrente
Oswander Francisco de Oliveira
Recorrido
Waleswska Imaculada Ribeiro Arantes
Inventariante
Procedural Posture
AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL / Acórdão
Legal Issues
- 1 alegada negativa de prestação jurisdicional sobre matéria constitucional
- 2 ausência de prequestionamento de dispositivos legais (Lei nº 4.504/1964 e Lei nº 8.629/1993)
- 3 ônus da prova sobre exploração da pequena propriedade rural pela família
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento porque não há prequestionamento dos dispositivos legais invocados; o STJ não analisa omissão sobre matéria constitucional; o ônus de provar a exploração familiar da pequena propriedade é do executado (Tema 1.234/STJ) e a alteração da conclusão exigiria reexame de prova, vedado pela Súmula 7/STJ; ademais, não foi demonstrada afronta ao art.1.022 do CPC quanto às matérias impugnadas, atraindo a Súmula 211/STJ; finalmente, o espólio é parte legítima enquanto não houver partilha.
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