AREsp 2224014 - ACORDAO
Negou‑se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem apreciou fundamentadamente as provas e concluiu pela preservação do mínimo existencial, autorizando a penhora de 30% dos proventos; não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC, e o reexame do contexto fático‑probatório é vedado pela Súmula 7 do STJ; tal entendimento encontra respaldo em precedentes da Corte Especial sobre a relativização da impenhorabilidade quando preservada a dignidade do devedor.
- Parties
- Agravante: Wellington Antônio de Carvalho
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 August 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento Em Primeira Turma (sessão Virtual)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno (por unanimidade).
- Legal Topics
- Impenhorabilidade De Proventos, Mínimo Existencial, Súmula 7/stj, Art. 1.022 CPC, Reexame De Fatos E Provas, Penhora De Proventos
Case Brief
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Parties
Wellington Antônio de Carvalho
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento Em Primeira Turma (sessão Virtual)
Legal Issues
- 1 alegada violação ao art. 1.022 do CPC por omissão
- 2 impenhorabilidade de proventos e sua relativização
- 3 preservação do mínimo existencial e dignidade do devedor
Ratio Decidendi
Negou‑se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem apreciou fundamentadamente as provas e concluiu pela preservação do mínimo existencial, autorizando a penhora de 30% dos proventos; não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC, e o reexame do contexto fático‑probatório é vedado pela Súmula 7 do STJ; tal entendimento encontra respaldo em precedentes da Corte Especial sobre a relativização da impenhorabilidade quando preservada a dignidade do devedor.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno (por unanimidade).
Orders
- Negado provimento ao agravo interno.
- Mantida a penhora de 30% dos proventos do recorrente.
Full Case Text
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