AREsp 2598710 - ACORDAO
O Tribunal rejeitou o agravo interno porque a alteração da conclusão sobre a presença do dolo nas condenações implicaria revolvimento fático-probatório vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ); igualmente, não houve prequestionamento idôneo da alegada ofensa ao art. 1.022 do CPC nos recursos especiais, inviabilizando o prequestionamento ficto previsto no art. 1.025 do CPC; manteve-se, por se tratar de fatos anteriores à Lei 14.230/2021, a limitação da pena de proibição de contratar ao prazo de cinco anos previsto na redação originária da Lei 8.429/1992.
- Parties
- Agravante: RACOES IPE LTDA.; Agravante: MADEPAR INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MADEIRAS LTDA.; Autor: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA; Réu: JAIR ANTONIO HILMANM
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgamento (sessão Virtual)
- Outcome
- Negar provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, Dolo, Reexame Fático Probatório, Prequestionamento Ficto, Pena De Proibição De Contratar, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
RACOES IPE LTDA.
Agravante
MADEPAR INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MADEIRAS LTDA.
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Autor
JAIR ANTONIO HILMANM
Réu
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgamento (sessão Virtual)
Legal Issues
- 1 presença de dolo nos atos de improbidade e necessidade de revolvimento fático-probatório para desconstituí-lo
- 2 impossibilidade de reexame de provas em recurso especial (Súmula 7/STJ)
- 3 requisitos do prequestionamento ficto previstos no art. 1.025 do CPC e necessidade de indicação de ofensa ao art. 1.022 do CPC
Ratio Decidendi
O Tribunal rejeitou o agravo interno porque a alteração da conclusão sobre a presença do dolo nas condenações implicaria revolvimento fático-probatório vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ); igualmente, não houve prequestionamento idôneo da alegada ofensa ao art. 1.022 do CPC nos recursos especiais, inviabilizando o prequestionamento ficto previsto no art. 1.025 do CPC; manteve-se, por se tratar de fatos anteriores à Lei 14.230/2021, a limitação da pena de proibição de contratar ao prazo de cinco anos previsto na redação originária da Lei 8.429/1992.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter a redução, pelo relator, da pena de proibição de contratar com o Poder Público para o prazo de cinco anos
Full Case Text
Judgment text and source record
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