REsp 2089550 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça concluiu que a medida cautelar de protesto, prevista no art. 726, §2º do CPC, e a regra do art. 202, II do Código Civil, podem ser aplicadas subsidiariamente à Lei de Improbidade Administrativa para interromper o prazo prescricional da pretensão condenatória por improbidade administrativa em relação a fatos anteriores à Lei 14.230/2021, devendo o feito prosseguir.
- Parties
- Recorrente: Ministério Público Federal; Recorrido: Fernanda Tenório Ribeiro Machado; Recorrido: Christiano Rogério Rego Cavalcante
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 July 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial
- Outcome
- Recurso especial provido
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, Protesto Judicial, Prescrição, Medida Cautelar
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Ministério Público Federal
Recorrente
Fernanda Tenório Ribeiro Machado
Recorrido
Christiano Rogério Rego Cavalcante
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Possibilidade de utilização do protesto judicial para interromper a prescrição da ação de improbidade administrativa
- 2 Aplicabilidade subsidiária do art. 726, §2º do CPC e do art. 202, II do CC à Lei de Improbidade Administrativa
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça concluiu que a medida cautelar de protesto, prevista no art. 726, §2º do CPC, e a regra do art. 202, II do Código Civil, podem ser aplicadas subsidiariamente à Lei de Improbidade Administrativa para interromper o prazo prescricional da pretensão condenatória por improbidade administrativa em relação a fatos anteriores à Lei 14.230/2021, devendo o feito prosseguir.
Court Disposition
Recurso especial provido
Orders
- Dar provimento ao recurso especial para autorizar o prosseguimento do feito
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment