AREsp 2348364 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o Tribunal de origem analisou e rejeitou o valor probatório das conversas de WhatsApp e dos depoimentos policiais que consistiam em testemunho indireto; inverter tal conclusão exigiria reexame de provas vedado pela Súmula 7 do STJ, razão pela qual se manteve a impronúncia dos acusados.
- Parties
- Agravante: Ministério Público estadual; Agravado: JOSÉ CARLOS DOS SANTOS; Agravado: CLÁUDIO DIONATAN SCHULTZ PADILHA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento
- Outcome
- Agravo regimental desprovido; negar provimento ao agravo regimental.
- Legal Topics
- Impronúncia, Testemunho Indireto (ouvir Dizer), Provas Digitais (whats App), Súmula 7 STJ, Prova Irrepetível
Case Brief
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Parties
Ministério Público estadual
Agravante
JOSÉ CARLOS DOS SANTOS
Agravado
CLÁUDIO DIONATAN SCHULTZ PADILHA
Agravado
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento
Legal Issues
- 1 Admissibilidade de conversas de WhatsApp como prova suficiente para pronúncia
- 2 Valor probatório do testemunho indireto (ouvir dizer) colhido na fase policial
- 3 Aplicação da Súmula 7 para vedar reexame de provas na via especial
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o Tribunal de origem analisou e rejeitou o valor probatório das conversas de WhatsApp e dos depoimentos policiais que consistiam em testemunho indireto; inverter tal conclusão exigiria reexame de provas vedado pela Súmula 7 do STJ, razão pela qual se manteve a impronúncia dos acusados.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido; negar provimento ao agravo regimental.
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
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