AREsp 1787638 - DECISAO
O agravo em recurso especial não foi conhecido porque o agravante não demonstrou a inaplicabilidade do fundamento de inadmissibilidade por ausência de prequestionamento e não impugnou especificamente todos os fundamentos da decisão recorrida, nos termos da Súmula 182/STJ, razão pela qual, com fundamento no art. 932, III, do CPC/15, o agravo foi não conhecido.
- Parties
- Agravante: BANCO DO BRASIL S.A.; Autor: IDEC
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Do Agravo
- Outcome
- NÃO CONHEÇO do agravo em recurso especial, com fundamento no art. 932, III, do CPC/15.
- Legal Topics
- Inadmissão De Recurso Especial, Prequestionamento, Cumprimento Individual De Sentença Coletiva, Agravo Em Recurso Especial, Súmula 182/stj, Penalidades Por Recurso Protelatório (arts. 1.021 §4º E 1.026 §2º Cpc/15)
Case Brief
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Parties
BANCO DO BRASIL S.A.
Agravante
IDEC
Autor
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Do Agravo
Legal Issues
- 1 prequestionamento como requisito de admissibilidade do recurso especial
- 2 obrigatoriedade de impugnação específica de todos os fundamentos da decisão recorrida (Súmula 182/STJ)
- 3 consequências processuais da interposição de recurso manifestamente inadmissível ou protelatório
Ratio Decidendi
O agravo em recurso especial não foi conhecido porque o agravante não demonstrou a inaplicabilidade do fundamento de inadmissibilidade por ausência de prequestionamento e não impugnou especificamente todos os fundamentos da decisão recorrida, nos termos da Súmula 182/STJ, razão pela qual, com fundamento no art. 932, III, do CPC/15, o agravo foi não conhecido.
Court Disposition
NÃO CONHEÇO do agravo em recurso especial, com fundamento no art. 932, III, do CPC/15.
Orders
- Não conheço do agravo em recurso especial, com fundamento no art. 932, III, do CPC/15.
- Previno as partes que a interposição de recurso contra esta decisão, se declarado manifestamente inadmissível, protelatório ou improcedente, poderá acarretar na condenação ao pagamento das penalidades fixadas nos arts. 1.021, § 4º, e 1.026, § 2º, do CPC/15.
Full Case Text
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