AREsp 2901822 - DECISAO

AREsp 2901822 - DECISAO

O agravo não foi conhecido porque a agravante não impugnou de forma específica e pormenorizada todos os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial, limitando-se a alegar genericamente a desnecessidade de reexame de provas, o que não afasta a incidência da Súmula 7/STJ e atrai a aplicação, por analogia, da Súmula 182/STJ, impondo a manutenção da decisão de inadmissibilidade.

Parties
Agravante: BERGAMASCHI ADMINISTRADORA DE BENS LTDA.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
17 June 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Inadmissibilidade
Outcome
agravo não conhecido
Legal Topics
Inadmissibilidade, Súmula 7/stj, Súmula 182/stj, Honorários Advocatícios, Cerceamento De Defesa, Reexame De Provas, Dialeticidade Recursal

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 10 Authorities cited 20 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

BERGAMASCHI ADMINISTRADORA DE BENS LTDA.

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Inadmissibilidade

  1. 1 impugnação genérica da decisão de inadmissibilidade
  2. 2 aplicação da Súmula 7/STJ por depender de reexame de provas
  3. 3 necessidade de impugnação específica de todos os fundamentos da decisão de inadmissibilidade (Súmula 182/STJ)

Ratio Decidendi

O agravo não foi conhecido porque a agravante não impugnou de forma específica e pormenorizada todos os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial, limitando-se a alegar genericamente a desnecessidade de reexame de provas, o que não afasta a incidência da Súmula 7/STJ e atrai a aplicação, por analogia, da Súmula 182/STJ, impondo a manutenção da decisão de inadmissibilidade.

Court Disposition

agravo não conhecido

Orders

  • Não conheço do agravo em recurso especial.
  • Majoram-se os honorários fixados em desfavor da parte recorrente para 15% sobre o valor da condenação.