AREsp 2540309 - DECISAO
O agravo foi denegado porque as alegações de ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC apresentaram fundamentação genérica e deficiente, impedindo a exata compreensão da controvérsia; quanto à alegação relativa ao art. 416 do Código Civil, o acórdão recorrido está em consonância com precedentes firmados no regime de...
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- Parties
- Agravante: CAPRI EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA.; Agravante: FATOR REALTY PARTICIPAÇÕES S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 June 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento De Agravo; Negado Provimento Ao Agravo
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Inadmissibilidade De Recurso Especial, Recursos Repetitivos (art. 1.030, I, B, Cpc), Súmula 7 Do STJ E Vedação Ao Reexame De Prova, Omissão E Embargos De Declaração (art. 1.022 Cpc), Cláusula Penal (art. 416 Cc), Lucros Cessantes, Honorários Advocatícios (art. 85, §11
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Parties
CAPRI EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA.
Agravante
FATOR REALTY PARTICIPAÇÕES S.A.
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento De Agravo; Negado Provimento Ao Agravo
Legal Issues
- 1 alegação de violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC por omissão genérica e deficiência de fundamentação
- 2 alegada ofensa ao art. 416, parágrafo único, do Código Civil quanto à cláusula penal contratual e aplicação de precedentes repetitivos (Temas 970 e 971)
- 3 contestação do percentual de indenização por lucros cessantes (0,5% sobre o valor do imóvel) e alegação de violação dos princípios da razoabilidade e proporcionalidade
Ratio Decidendi
O agravo foi denegado porque as alegações de ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC apresentaram fundamentação genérica e deficiente, impedindo a exata compreensão da controvérsia; quanto à alegação relativa ao art. 416 do Código Civil, o acórdão recorrido está em consonância com precedentes firmados no regime de recursos repetitivos (Temas 970 e 971), cabendo aplicação do óbice do art. 1.030, I, b, do CPC; e a insurgência contra o percentual de indenização por lucros cessantes demandaria reexame de matéria fático-probatória e interpretação de cláusulas contratuais vedados em recurso especial (Súmulas 5 e 7 do STJ). Ademais, foi majorado em 10% os honorários advocatícios nos termos do art....
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Pedido de efeito suspensivo prejudicado.
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1 paragraphs
DECISÃO Trata-se de agravo em recurso especial interposto por CAPRI EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA. e FATOR REALTY PARTICIPAÇÕES S.A. contra a decisão que inadmitiu o recurso especial em razão da ausência de ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC e da incidência da Súmula n. 7 do STJ. Quanto à alegação de ofensa ao art. 416, parágrafo único, do Código Civil, negou seguimento com fundamento no art. 1.030, I, b, do CPC, em virtude da incidência dos Temas n. 970 e 971 do STJ. Alega a parte agravante que os pressupostos de admissibilidade do recurso especial foram atendidos. O recurso especial foi interposto, com fundamento no art. 105, III, a, da Constituição Federal, contra acórdão do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia em apelação nos autos de ação ordinária com pedido de antecipação de tutela. O julgado foi assim ementado (fl. 357): APELAÇÃO CÍVEL. CONSUMIDOR E PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO ORDINÁRIA COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE UNIDADE IMOBILIÁRIA. ATRASO NA CONCLUSÃO DO EMPREENDIMENTO. VALIDADE DA CLÁUSULA CONTRATUAL DE TOLERÂNCIA (180 DIAS). AUSÊNCIA DE CAUSAS EXCLUDENTES DA RESPONSABILIDADE CIVIL. LUCROS CESSANTES DEVIDOS. CUMULAÇÃO COM MULTA MORATÓRIA E JUROS DE MORA. IMPOSSIBILIDADE. PRECEDENTES STJ. DANO MORAL CONFIGURADO. DEVER DE INDENIZAR. REDUÇÃO DO QUANTUM. RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE. SENTENÇA REFORMADA EM PARTE. APELO DAS ACIONADAS PARCIALMENTE PROVIDO. APELO DO AUTOR PARCIALMENTE PROVIDO. Os embargos de declaração opostos foram rejeitados nestes termos (fl. 420): EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS A ACÓRDÃO PROFERIDO EM APELAÇÃO CÍVEL, COM FINS DE PREQUESTIONAMENTO E SUSCITANDO HAVER VÍCIOS NO JULGADO. CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE UNIDADE IMOBILIÁRIA. ATRASO NA CONCLUSÃO DO EMPREENDIMENTO. LUCROS CESSANTES DEVIDOS. CUMULAÇÃO COM MULTA MORATÓRIA E JUROS DE MORA. IMPOSSIBILIDADE. PRECEDENTES STJ. DANO MORAL CONFIGURADO. DEVER DE INDENIZAR. REDUÇÃO DO QUANTUM. RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE. SENTENÇA REFORMADA EM PARTE. INEXISTÊNCIA DOS VÍCIOS PREVISTOS NO ART. 1.022 DO CPC. INSATISFAÇÃO DOS EMBARGANTES COM O RESULTADO DO JULGAMENTO. PRETENSÃO DE REVISÃO DO JULGADO. MATÉRIAS ENFRENTADAS NO CASO CONCRETO. IMPOSSIBILIDADE DE REDISCUSSÃO DE TEMA JÁ DECIDIDO. PROPÓSITO PREQUESTIONADOR. NECESSIDADE DE CONFORMAÇÃO DA PRETENSÃO ÀS HIPÓTESES LEGAIS DE CABIMENTO. EXPEDIENTE RECURSAL IMPRÓPRIO AO DESIDERATO PRETENDIDO. ACÓRDÃO MANTIDO. EMBARGOS DAS EMPRESAS ACIONADAS CONHECIDOS E NÃO ACOLHIDOS. EMBARGOS DO AUTOR CONHECIDOS E NÃO ACOLHIDOS. No recurso especial, a parte aponta violação dos seguintes artigos: a) 489, II, § 1º, I, III, IV, 1.022 do Código de Processo Civil, por não ter o acórdão recorrido se pronunciado sobre questões postas em juízo; b) 416, parágrafo único, do Código Civil, pois o acórdão recorrido não observou a cláusula penal pactuada; e c) 8º do Código de Processo Civil, por desconsiderar os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, ao manter a condenação de 0,5% ao mês sobre o valor atualizado do imóvel. Requer a concessão de efeito suspensivo e, no mérito, o provimento do recurso para reformar o acórdão recorrido para aplicar a multa prevista no contrato, de 0,3% ao mês sobre o saldo credor, e não 0,5% sobre o valor do imóvel. As contrarrazões foram apresentadas (fls. 469-480). É o relatório. Decido. Inicialmente, observo que a Corte local, ao realizar o juízo de admissibilidade, utilizou-se de dois fundamentos para obstar o trânsito do recurso especial. O primeiro, em análise dos pressupostos de admissibilidade do recurso especial, entendeu que, no caso, não haveria no julgado quaisquer dos vícios contidos nos arts. 1.022 e 489 do CPC e que a análise das razões do recurso especial esbarraria no óbice da Súmula n. 7 do STJ. O segundo, relacionado à sistemática dos recursos repetitivos (art. 1.030, I, b, do CPC), concluiu que o aresto recorrido, no tocante à alegação de violação do art. 416, parágrafo único do Código Civil, está em consonância com o entendimento firmado no julgamento dos Temas n. 970 e 971 do STJ. Conforme previsão do CPC (art. 1.030, § 2º), contra decisão que nega seguimento ao recurso especial, com fundamento no art. 1.030, I, b, cabe agravo interno perante o próprio Tribunal recorrido, a quem compete decidir sobre a alegação de equívoco na aplicação de precedente do STJ exarado no regime de julgamento de recursos repetitivos. A propósito: PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO. RECEBIMENTO COMO AGRAVO INTERNO. AGRAVO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. NÃO CONHECIMENTO. DECISÃO QUE NEGOU SEGUIMENTO A RECURSO EXTRAORDINÁRIO (ART. 1.030, I, DO CPC). MANIFESTO DESCABIMENTO DO AGRAVO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. INAPLICABILIDADE DO PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE RECURSAL. ERRO GROSSEIRO. 1. Nos termos do art. 1.030, § 2º, do Código de Processo Civil, só é cabível agravo interno contra a decisão que nega seguimento a recurso extraordinário sob a sistemática da repercussão geral. 2. A interposição de agravo em recurso extraordinário em tal caso configura erro grosseiro, impedindo a aplicação do princípio da fungibilidade, nos termos da jurisprudência pacífica. 3. Pedido de reconsideração recebido como agravo interno, ao qual se nega provimento, com certificação do trânsito em julgado e baixa imediata dos autos após a publicação, condenada a parte agravante ao pagamento da multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC. (RCD no ARE no RE no AREsp n. 2.157.027/SP, relator Ministro Og Fernandes, Corte Especial, julgado em 13/6/2023, DJe de 16/6/2023.) Vejam-se ainda: AgInt no AREsp n. 2.200.316/AP, relator Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, julgado em 26/6/2023, DJe de 29/6/2023; AgInt no AREsp n. 2.224.055/PE, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, julgado em 19/6/2023, DJe de 22/6/2023; AgInt no REsp n. 2.031.322/DF, relatora Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 26/6/2023, DJe de 28/6/2023. Desse modo, o conhecimento das razões do recurso fica restrito à análise da matéria não atingida pela negativa de seguimento com base no art. 1.030, V, do CPC. I - Violação dos arts. 489, II, § 1º, I, III, IV, 1.022 do CPC A alegação de violação de normas legais sem a individualização precisa e compreensível do dispositivo legal supostamente ofendido, com a específica indicação numérica do artigo de lei, dos parágrafos, incisos, alíneas, assim como sem a efetiva demonstração da contrariedade de lei federal, impedem o conhecimento do recurso especial por deficiência de fundamentação. No caso, a parte recorrente, ao apontar violação dos arts. 489, II, § 1º, I, III, IV, e 1.022 do CPC, apresenta razões deficientes que inviabilizam a exata compreensão da controvérsia, pois se limita a alegar, genericamente, que o acórdão recorrido não se pronunciara sobre questões postas em juízo. Ademais, no que se refere à indicação de omissão e dos demais vícios do art. 1.022 do CPC, o STJ já decidiu que é deficiente a fundamentação do recurso especial em que a alegação de ofensa ao art. 1.022 do CPC é genérica, sem especificação dos incisos que foram violados. A propósito: AGRAVO INTERNO EM RECURSO ESPECIAL. PROCESSO CIVIL. AÇÃO DE EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE DA PRETENSÃO EXECUTÓRIA NO ÂMBITO DO CPC/73. CABIMENTO, INDEPENDENTEMENTE DE INTIMAÇÃO PARA PARA DAR ANDAMENTO AO FEITO, NOS TERMOS DO IAC NO RESP 1604412/SC. NO ENTANTO, HÁ NECESSIDADE DE INTIMAÇÃO DO EXEQUENTE PARA OPOR ALGUM FATO IMPEDITIVO À INCIDÊNCIA DA PRESCRIÇÃO. CONTRADITÓRIO JÁ EFETIVADO. 1. "É deficiente a fundamentação do recurso especial em que a alegação de ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015 se faz de forma genérica, sem especificar quais foram os incisos violados. Aplica-se, na hipótese, o óbice da Súmula 284 do STF". (AgInt no AREsp n. 1.530.183/RS, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 19/12/2019). 2. A Segunda Seção do STJ, em sede de Incidente de Assunção de Competência, no âmbito do REsp 1604412/SC, definiu as seguintes teses a respeito da prescrição intercorrente: "1.1 Incide a prescrição intercorrente, nas causas regidas pelo CPC/73, quando o exequente permanece inerte por prazo superior ao de prescrição do direito material vindicado, conforme interpretação extraída do art. 202, parágrafo único, do Código Civil de 2002; 1.2 O termo inicial do prazo prescricional, na vigência do CPC/1973, conta-se do fim do prazo judicial de suspensão do processo ou, inexistindo prazo fixado, do transcurso de um ano (aplicação analógica do art. 40, § 2º, da Lei 6.830/1980); 1.3 O termo inicial do art. 1.056 do CPC/2015 tem incidência apenas nas hipóteses em que o processo se encontrava suspenso na data da entrada em vigor da novel lei processual, uma vez que não se pode extrair interpretação que viabilize o reinício ou a reabertura de prazo prescricional ocorridos na vigência do revogado CPC/1973 (aplicação irretroativa da norma processual); 3. Agravo interno não provido. (AgInt nos EDcl no REsp n. 1.861.453/RS, relator Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, julgado em 14/3/2022, DJe de 18/3/2022.) Impõe-se, portanto, a aplicação, por analogia, da Súmula n. 284 do STF: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência de sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia". II - Art. 8º do CPC A Corte de origem, soberana na análise dos fatos e provas dos autos e na interpretação de cláusulas contratuais, concluiu ser razoável a indenização por lucros cessantes em 0,5% ao mês sobre o valor do imóvel. Desse modo, para rever a conclusão adotada na origem e acatar a tese recursal de que o quantum fixado é desarrazoado, seria imprescindível o reexame do conjunto fático-probatório dos autos e a interpretação de cláusulas contratuais, medidas vedadas em recurso especial, em face dos óbices das Súmulas n. 5 e 7 do STJ. Nesse sentido: DIREITO CIVIL. RECURSO ESPECIAL. ATRASO NA ENTREGA DE IMÓVEL. INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E LUCROS CESSANTES. DANO PRESUMIDO. SÚMULA 83/STJ. 1. Recurso especial interposto por empresa de empreendimentos imobiliários contra acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que reduziu a indenização por lucros cessantes de 1% para 0, 5% ao mês sobre o valor atualizado da venda do imóvel, em razão de atraso na entrega do bem. 2. A questão em discussão consiste em saber se o acórdão recorrido contrariou os arts. 402 e 403 do Código Civil ao reduzir o percentual de indenização por lucros cessantes e manter a responsabilidade da recorrente pelo atraso na entrega do imóvel. 3. O entendimento do Tribunal de origem está em consonância com a jurisprudência do STJ, que presume o prejuízo do promitente comprador pelo descumprimento do prazo de entrega do imóvel, ensejando o pagamento de danos emergentes e lucros cessantes. 4. A análise do mérito do recurso especial é inviabilizada pelo óbice da Súmula 83 do STJ, que impede o reexame de matéria fática. Recurso especial de Novamerica Empreendimentos Imobiliários Spe Ltda. não conhecido. DIREITO CIVIL. RECURSO ESPECIAL. INDENIZAÇÃO POR ATRASO NA ENTREGA DE IMÓVEL. LUCROS CESSANTES. ALTERAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULAS 5 E 7 DO STJ. 1. Recurso especial interposto contra acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que reduziu a indenização por lucros cessantes de 1% para 0,5% ao mês sobre o valor atualizado da venda do imóvel, em ação de indenização por danos materiais e lucros cessantes decorrentes do atraso na entrega de imóvel. 2. A questão em discussão consiste em saber se a redução do percentual de indenização por lucros cessantes de 1% para 0,5% ao mês fere os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, bem como a jurisprudência desta Corte. 3. A questão também envolve a possibilidade de reexame de cláusulas contratuais e matéria fático-probatória, o que é vedado em recurso especial, conforme as Súmulas 5 e 7 do STJ. 4. A intervenção do STJ para modificação do quantum indenizatório é restrita a casos de arbitramento ínfimo ou exorbitante, o que não se verifica no presente caso. 5. A modificação do entendimento do acórdão recorrido demandaria reexame de matéria fático-probatória, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ. 6. A análise de eventual violação do art. 6º, inciso V, do CDC requereria reavaliação das cláusulas contratuais, o que é inviável em recurso especial, conforme a Súmula 5 do STJ. Recurso especial de Moisés Panaro não conhecido. (REsp n. 1.814.428/SP, relator Ministro Humberto Martins, Terceira Turma, julgado em 28/4/2025, DJEN de 5/5/2025.) III - Conclusão Ante o exposto, nego provimento ao agravo. Fica prejudicado o pedido de efeito suspensivo. Nos termos do § 11 do art. 85 do CPC, majoro, em 10% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, os honorários advocatícios em favor da parte ora recorrida, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos no § 2º do referido artigo e ressalvada eventual concessão de gratuidade de justiça. Publique-se. Intimem-se. EMENTA