AREsp 1847282 - ACORDAO

AREsp 1847282 - ACORDAO

O agravo interno foi provido para reconsiderar decisão da Presidência; na nova análise conheceu-se do agravo por entender que houve impugnação dos fundamentos que ensejaram a inadmissão inicial, mas não conheceu-se do recurso especial porque a alteração pretendida exigiria reexame de matéria fática (ausência de demonstração do nexo causal entre alegado defeito e incêndio), providência vedada pelo âmbito do recurso especial nos termos da Súmula 7/STJ, além da ausência de demonstração de divergência jurisprudencial e de impugnação específica de fundamento suficiente do acórdão (Súmula 283/STF).

Parties
Agravante: JOSE DE OLIVEIRA FILHO; Agravante: MARIA DEOLINDA DE OLIVEIRA; Agravado: HYUNDAI MOTOR BRASIL MONTADORA DE AUTOMOVEIS LTDA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 July 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial (agravo Interno) / Decisão Da Presidência Reconsiderada; Conhecido Do Agravo E Não Conhecido Do Recurso Especial
Legal Topics
Incêndio De Veículo, Ônus Da Prova, Inversão Do Ônus Da Prova, Responsabilidade Do Fabricante, Súmula 7/stj, Súmula 283/stf

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

JOSE DE OLIVEIRA FILHO

Agravante

MARIA DEOLINDA DE OLIVEIRA

Agravante

HYUNDAI MOTOR BRASIL MONTADORA DE AUTOMOVEIS LTDA

Agravado

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial (agravo Interno) / Decisão Da Presidência Reconsiderada; Conhecido Do Agravo E Não Conhecido Do Recurso Especial

  1. 1 impugnação específica dos fundamentos do acórdão
  2. 2 aplicação do art. 12, §3º, do CDC e inversão do ônus da prova (ope legis vs ope judicis)
  3. 3 demonstração do nexo causal entre vício e incêndio

Ratio Decidendi

O agravo interno foi provido para reconsiderar decisão da Presidência; na nova análise conheceu-se do agravo por entender que houve impugnação dos fundamentos que ensejaram a inadmissão inicial, mas não conheceu-se do recurso especial porque a alteração pretendida exigiria reexame de matéria fática (ausência de demonstração do nexo causal entre alegado defeito e incêndio), providência vedada pelo âmbito do recurso especial nos termos da Súmula 7/STJ, além da ausência de demonstração de divergência jurisprudencial e de impugnação específica de fundamento suficiente do acórdão (Súmula 283/STF).