AREsp 2486252 - DECISAO
Deve prevalecer o entendimento do Supremo Tribunal Federal de que o indulto previsto no Decreto nº 11.302/2022 é vedado quando, após a unificação de penas, permanecer o cumprimento de pena relativa a crime impeditivo previsto no art. 7º do decreto; o Superior Tribunal de Justiça uniformizou seu entendimento em consonância com o STF e, observada essa orientação, conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão
- Outcome
- Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Indulto, Decreto Nº 11.302/2022, Crime Impeditivo, Unificação De Penas, Indulto Presidencial
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo / Decisão
Legal Issues
- 1 possibilidade de concessão do indulto previsto no Decreto nº 11.302/2022 de forma isolada a crimes considerados não impeditivos quando restar em aberto o cumprimento de penas por crimes impeditivos
- 2 alcance do art. 7º e do art. 11, parágrafo único, do Decreto nº 11.302/2022 quanto à caracterização de crime impeditivo em casos de unificação de penas
- 3 necessidade de uniformização do entendimento do STJ ao precedente do STF sobre o tema
Ratio Decidendi
Deve prevalecer o entendimento do Supremo Tribunal Federal de que o indulto previsto no Decreto nº 11.302/2022 é vedado quando, após a unificação de penas, permanecer o cumprimento de pena relativa a crime impeditivo previsto no art. 7º do decreto; o Superior Tribunal de Justiça uniformizou seu entendimento em consonância com o STF e, observada essa orientação, conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
Orders
- Publique-se.
- Intime-se.
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