HC 905776 - DECISAO
Denega-se a ordem porque o paciente cumpre pena remanescente referente a crime impeditivo, e a Terceira Seção do STJ, alinhada ao entendimento do Supremo Tribunal Federal (SL 1698), entende que, nessas hipóteses, o indulto previsto no Decreto n. 11.302/2022 não é aplicável.
- Parties
- Paciente: Diogo Xavier de Castro; Ato Coator: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul; Manifestante (parecer Pelo Não Conhecimento): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 July 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Ordem denegada
- Legal Topics
- Indulto Natalino, Indulto (decreto Presidencial N. 11.302/2022), Crime Impeditivo, Unificação De Penas, Interpretação Do Art. 11 Do Decreto N. 11.302/2022, Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
Diogo Xavier de Castro
Paciente
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Ato Coator
Ministério Público Federal
Manifestante (parecer Pelo Não Conhecimento)
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 Se é possível conceder o indulto quando o apenado cumpre pena remanescente referente a crime impeditivo após unificação de penas, mesmo que o crime impeditivo e o não impeditivo não tenham sido praticados em concurso.
Ratio Decidendi
Denega-se a ordem porque o paciente cumpre pena remanescente referente a crime impeditivo, e a Terceira Seção do STJ, alinhada ao entendimento do Supremo Tribunal Federal (SL 1698), entende que, nessas hipóteses, o indulto previsto no Decreto n. 11.302/2022 não é aplicável.
Court Disposition
Ordem denegada
Orders
- Denego a ordem
- Publique-se
Full Case Text
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