AREsp 2304719 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque a Corte local fundamentou seu acórdão na prova de que a consumidora recebeu e utilizou o produto do mútuo, conclusão que implica análise de fatos e provas vedada nesta Corte por força da Súmula n. 7/STJ; ademais, a matéria constitucional suscitada não é passível de apreciação pelo STJ nesta fase recursal.
- Parties
- Autora: MARIA DAS GRAÇAS SOUZA; Réu: BANCO BMG S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Decisão Sobre Agravo Nos Próprios Autos Contra Inadmissão De Recurso Especial
- Outcome
- Negou provimento ao agravo
- Legal Topics
- Inexigibilidade De Débito, Danos Morais, Repetição Do Indébito, Ônus Da Prova, Fraude Em Contratação, Súmula 7/stj, Honorários Advocatícios, Gratuidade De Justiça
Case Brief
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Parties
MARIA DAS GRAÇAS SOUZA
Autora
BANCO BMG S.A.
Réu
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Decisão Sobre Agravo Nos Próprios Autos Contra Inadmissão De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 admissibilidade de matéria constitucional no recurso especial
- 2 se houve prova de que a autora recebeu e se utilizou do produto do mútuo consignado
- 3 se a declaração de inexigibilidade geraria enriquecimento sem causa (art. 884 CC)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque a Corte local fundamentou seu acórdão na prova de que a consumidora recebeu e utilizou o produto do mútuo, conclusão que implica análise de fatos e provas vedada nesta Corte por força da Súmula n. 7/STJ; ademais, a matéria constitucional suscitada não é passível de apreciação pelo STJ nesta fase recursal.
Court Disposition
Negou provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo
- Majorar os honorários advocatícios em 20% do valor arbitrado, na forma do art. 85, § 11, do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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