AREsp 2795214 - DECISAO
Conheceu-se do agravo por entender-se que não houve deserção, pois foi oportunizado ao recorrente o recolhimento do preparo; rejeitou-se a invocação do princípio da fragmentariedade em juízo por ser matéria de política legislativa; manteve-se a inaplicabilidade do perdão judicial e da alteração fática porquanto o reconhecimento de tais hipóteses exigiria revolvimento de matéria fático-probatória, vedado pela Súmula 7 do STJ; não conheceu-se da alegação de ausência de dolo específico por falta de prequestionamento (incidência das Súmulas 282 e 356 do STF); e considerou devidamente justificada a elevação da pena-base pela instância ordinária, razão pela qual, na extensão conhecida, negou...
- Parties
- Agravante / Querelado / Recorrente: MARIO LUIS FRIAS; Querelante: MARCELO FRANÇA ADNET
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade E Julgamento Do Recurso Especial
- Legal Topics
- Injúria, Difamação, Perdão Judicial, Princípio Da Fragmentariedade, Deserção Do Recurso, Preparo Recursal, Dosimetria Da Pena, Prequestionamento, Súmula 7 STJ
Case Brief
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Parties
MARIO LUIS FRIAS
Agravante / Querelado / Recorrente
MARCELO FRANÇA ADNET
Querelante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade E Julgamento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 art. 806, §2º, do Código de Processo Penal (preparo/deserção)
- 2 art. 139 do Código Penal e art. 386, inciso III, do Código de Processo Penal (princípio da fragmentariedade/inaplicabilidade do direito penal)
- 3 art. 107, inciso IX, e art. 140, §1º, inciso I, do Código Penal (perdão judicial)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo por entender-se que não houve deserção, pois foi oportunizado ao recorrente o recolhimento do preparo; rejeitou-se a invocação do princípio da fragmentariedade em juízo por ser matéria de política legislativa; manteve-se a inaplicabilidade do perdão judicial e da alteração fática porquanto o reconhecimento de tais hipóteses exigiria revolvimento de matéria fático-probatória, vedado pela Súmula 7 do STJ; não conheceu-se da alegação de ausência de dolo específico por falta de prequestionamento (incidência das Súmulas 282 e 356 do STF); e considerou devidamente justificada a elevação da pena-base pela instância ordinária, razão pela qual, na extensão conhecida, negou...
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