REsp 2236828 - DECISAO

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Conheceu-se parcialmente do recurso e negou-se provimento porque o tribunal de origem apreciou as questões relevantes, registrou fato fático-probatório de que não houve êxito nas tentativas de constrição do patrimônio da pessoa jurídica e justificou a recusa dos bens ofertados (penhora prévia por FGTS ou localização em área de preservação/alagadiça), aplicação do Tema 1.026 autorizando a inscrição no SERASAJUD quando não houver dúvida razoável sobre a CDA, e a revisão desses fatos demandaria dilação probatória vedada em recurso especial (Súmula 7).

Parties
Recorrente: AMERA SURREAUX OBINO e OUTROS; Exequente: Município (exequente)
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
10 October 2025
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Do STJ (conhecimento Parcial E Negação De Provimento)
Legal Topics
Inscrição Em Cadastros De Inadimplentes, SERASAJUD, Benefício De Ordem, Princípio Da Menor Onerosidade Da Execução, Penhora, Redirecionamento Da Execução, Tema 1.026 Do STJ, Art. 782, §3º Do CPC

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Parties

AMERA SURREAUX OBINO e OUTROS

Recorrente

Município (exequente)

Exequente

Procedural Posture

Recurso Especial / Decisão Do STJ (conhecimento Parcial E Negação De Provimento)

  1. 1 alegada omissão do acórdão quanto à existência de bens da sociedade e ao benefício de ordem dos sócios (arts. 489 e 1.022 CPC)
  2. 2 recusa do exequente em aceitar bens indicados à penhora e ordem de preferência dos bens (art. 11 LEF; art. 835 CPC)
  3. 3 aplicabilidade do art. 782, §3º do CPC às execuções fiscais e possibilidade de negativação via SERASAJUD

Ratio Decidendi

Conheceu-se parcialmente do recurso e negou-se provimento porque o tribunal de origem apreciou as questões relevantes, registrou fato fático-probatório de que não houve êxito nas tentativas de constrição do patrimônio da pessoa jurídica e justificou a recusa dos bens ofertados (penhora prévia por FGTS ou localização em área de preservação/alagadiça), aplicação do Tema 1.026 autorizando a inscrição no SERASAJUD quando não houver dúvida razoável sobre a CDA, e a revisão desses fatos demandaria dilação probatória vedada em recurso especial (Súmula 7).