AREsp 2374691 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque: (i) a alegação de violação constitucional não é matéria própria para exame pelo STJ; (ii) os recorrentes não demonstraram, por cotejo analítico, divergência jurisprudencial exigida pelo art. 1.029, §1º, do CPC, o que autoriza a aplicação da Súmula n. 83 do STJ; e (iii) a primeira intimação foi considerada válida e a segunda publicação ocorreu tardiamente, não reabrindo o prazo recursal na ausência de decisão judicial ou prova de erro material/omissão relevante, de modo que a responsabilização pela correta contagem dos prazos recai sobre a parte.
- Parties
- Agravante: ELISANGELA JACOBSEN KOHL COSTA; Agravante: JULIMAR DE OLIVEIRA; Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 October 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Exame De Admissibilidade Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Intempestividade, Cotejo Analítico De Jurisprudência, Súmula 83 Do STJ, Reabertura De Prazo Recursal Por Nova Publicação, Competência Para Exame De Matéria Constitucional
Case Brief
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Parties
ELISANGELA JACOBSEN KOHL COSTA
Agravante
JULIMAR DE OLIVEIRA
Agravante
Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Exame De Admissibilidade Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 inadmissão do recurso especial por aplicação da Súmula n. 83 do STJ
- 2 ausência de cotejo analítico para comprovação de divergência jurisprudencial (art. 1.029, §1º, CPC)
- 3 impossibilidade de análise de violação de dispositivo constitucional em sede de recurso especial (competência do STF)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque: (i) a alegação de violação constitucional não é matéria própria para exame pelo STJ; (ii) os recorrentes não demonstraram, por cotejo analítico, divergência jurisprudencial exigida pelo art. 1.029, §1º, do CPC, o que autoriza a aplicação da Súmula n. 83 do STJ; e (iii) a primeira intimação foi considerada válida e a segunda publicação ocorreu tardiamente, não reabrindo o prazo recursal na ausência de decisão judicial ou prova de erro material/omissão relevante, de modo que a responsabilização pela correta contagem dos prazos recai sobre a parte.
Court Disposition
Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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