RHC 207206 - DECISAO
O Tribunal entendeu que as decisões que autorizaram e prorrogaram as interceptações telefônicas estavam devidamente fundamentadas, ainda que de forma sucinta, demonstrando a imprescindibilidade da medida para a continuidade das investigações e a existência de indícios suficientes; por se tratar de habeas corpus, não cabe reexame profundo do conjunto fático-probatório, razão pela qual não se verificou manifesta ilegalidade que justificasse a nulidade das provas ou o trancamento da ação penal, devendo o recurso ser improvido.
- Parties
- Paciente/recorrente: MARCILIO ALVES FEITOSA; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ; Interveniente: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 May 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus Julgamento No STJ
- Legal Topics
- Interceptação Telefônica, Quebra De Sigilo, Fundamentação Judicial, Prorrogação De Interceptação, Trancamento De Ação Penal, Tráfico De Drogas, Organização Criminosa
Case Brief
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Parties
MARCILIO ALVES FEITOSA
Paciente/recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ
Órgão Prolator Do Acórdão
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interveniente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus Julgamento No STJ
Legal Issues
- 1 legalidade da interceptação telefônica e de sua prorrogação
- 2 adequação da fundamentação judicial nos termos da Lei n. 9.296/1996 e da Constituição
- 3 imprescindibilidade da medida para investigação
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que as decisões que autorizaram e prorrogaram as interceptações telefônicas estavam devidamente fundamentadas, ainda que de forma sucinta, demonstrando a imprescindibilidade da medida para a continuidade das investigações e a existência de indícios suficientes; por se tratar de habeas corpus, não cabe reexame profundo do conjunto fático-probatório, razão pela qual não se verificou manifesta ilegalidade que justificasse a nulidade das provas ou o trancamento da ação penal, devendo o recurso ser improvido.
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