HC 1086488 - DECISAO
A ordem foi denegada porque não há ilegalidade manifesta: as interceptações e suas prorrogações foram deferidas e fundamentadas com base em relatórios e elementos concretos das investigações; o habeas corpus é meio inadequado para o reexame amplo de provas; e não houve demonstração concreta de prejuízo apta a autorizar a decretação de nulidade, conforme o princípio pas de nullité sans grief e o art. 563 do CPP.
- Parties
- Impetrante: PATRICIA MUNIZ ANDRADE; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Ordem denegada
- Legal Topics
- Interceptações Telefônicas, Nulidade Processual, Tráfico De Drogas, Princípio Da Subsidiariedade, Individualização Da Pena, Princípio Pas De Nullité Sans Grief
Case Brief
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Parties
PATRICIA MUNIZ ANDRADE
Impetrante
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 nulidade das interceptações telefônicas
- 2 fundamentação das decisões de autorização e prorrogação de interceptações
- 3 prova ilícita e contaminação das provas derivadas (fruits of the poisonous tree)
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque não há ilegalidade manifesta: as interceptações e suas prorrogações foram deferidas e fundamentadas com base em relatórios e elementos concretos das investigações; o habeas corpus é meio inadequado para o reexame amplo de provas; e não houve demonstração concreta de prejuízo apta a autorizar a decretação de nulidade, conforme o princípio pas de nullité sans grief e o art. 563 do CPP.
Court Disposition
Ordem denegada
Orders
- Denego a ordem de habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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