AREsp 2501683 - DECISAO
O agravo foi conhecido e negado provimento porque o Tribunal de origem corretamente aplicou a jurisprudência do STJ: a defesa não comprovou que o quarto de hotel era moradia permanente, restando demonstrado que o local era utilizado para outros fins e para ocultar res furtiva; assim, houve fundadas razões e flagrante presumido (art.302, IV, CPP), tornando lícito o ingresso policial sem mandado, não havendo nulidade a ser reconhecida.
- Parties
- Recorrente: Érica; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial (art. 105, Iii, Al. A)
- Outcome
- Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Invasão Domiciliar, Prova Ilícita, Flagrante Presumido, Quarto De Hotel, Furto Qualificado, Admissão De Recurso Especial, Súmula 568 Do STJ
Case Brief
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Parties
Érica
Recorrente
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Agravo / Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial (art. 105, Iii, Al. A)
Legal Issues
- 1 nulidade do ingresso policial no quarto de hotel
- 2 admissibilidade das provas obtidas sem mandado judicial
- 3 distinção entre quarto de hotel como moradia permanente e uso temporário
Ratio Decidendi
O agravo foi conhecido e negado provimento porque o Tribunal de origem corretamente aplicou a jurisprudência do STJ: a defesa não comprovou que o quarto de hotel era moradia permanente, restando demonstrado que o local era utilizado para outros fins e para ocultar res furtiva; assim, houve fundadas razões e flagrante presumido (art.302, IV, CPP), tornando lícito o ingresso policial sem mandado, não havendo nulidade a ser reconhecida.
Court Disposition
Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
Orders
- Intimem-se.
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