REsp 1936787 - DECISAO
O Tribunal concluiu que a juntada de documentos realizada após a contestação foi admissível porque respeitou o contraditório e não houve má-fé; verificou-se perícia que constatou irregularidade no medidor e que a concessionária observou os procedimentos previstos na Resolução nº 414/2010, tornando legítima a cobrança por recuperação de consumo; ademais, o recorrente não comprovou violação de dispositivo de lei federal capaz de ensejar reforma no Recurso Especial, e a revisitação do conjunto fático-probatório é vedada pela Súmula 7/STJ, razão pela qual o recurso foi conhecido em parte e não provido.
- Parties
- Autor/recorrente: Edivaldo Nogueira de Santana; Réu/recorrido: Energisa Sergipe - Distribuidora de Energia S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 September 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial (origem: Ação Declaratória De Inexistência De Débito C/c Indenização Por Danos Morais) / Julgamento Do Recurso Especial (conhecido Em Parte E Não Provido)
- Outcome
- Recurso conhecido em parte e, nesta extensão, não provido.
- Legal Topics
- Juntada De Documentos Após a Contestação, Contraditório E Ampla Defesa, Recuperação De Consumo Por Concessionária, Adulteração De Medidor De Energia Elétrica, Efeitos De Embargos De Declaração, Restrição Ao Reexame De Fatos (súmula 7/stj)
Case Brief
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Parties
Edivaldo Nogueira de Santana
Autor/recorrente
Energisa Sergipe - Distribuidora de Energia S/A
Réu/recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial (origem: Ação Declaratória De Inexistência De Débito C/c Indenização Por Danos Morais) / Julgamento Do Recurso Especial (conhecido Em Parte E Não Provido)
Legal Issues
- 1 Admissibilidade da juntada de documentos após a contestação
- 2 Regularidade da cobrança por recuperação de consumo decorrente de irregularidade em medidor
- 3 Alegada violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que a juntada de documentos realizada após a contestação foi admissível porque respeitou o contraditório e não houve má-fé; verificou-se perícia que constatou irregularidade no medidor e que a concessionária observou os procedimentos previstos na Resolução nº 414/2010, tornando legítima a cobrança por recuperação de consumo; ademais, o recorrente não comprovou violação de dispositivo de lei federal capaz de ensejar reforma no Recurso Especial, e a revisitação do conjunto fático-probatório é vedada pela Súmula 7/STJ, razão pela qual o recurso foi conhecido em parte e não provido.
Court Disposition
Recurso conhecido em parte e, nesta extensão, não provido.
Orders
- Recurso conhecido em parte e não provido.
- Publique-se. Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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