AREsp 2593044 - ACORDAO

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O Tribunal manteve o entendimento consolidado de que, nas ações previdenciárias, os juros de mora são devidos a partir da citação válida (Súmula 204/STJ) e que o termo final para cálculo dos honorários advocatícios é a data do julgamento favorável à concessão do benefício, excluindo-se parcelas vincendas (Súmula 111/STJ). Assim, rejeitou a argumentação do agravante de que os juros deveriam incidir desde a DER com base no CPC/2015 e considerou aplicável a Súmula 7 como óbice à reanálise do percentual de honorários, motivo pelo qual negou provimento ao agravo interno.

Parties
Agravante: VALDEMAR DE SOUZA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
14 February 2025
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgado (decisão Colegiada)
Outcome
Agravo interno desprovido
Legal Topics
Juros De Mora, Honorários Advocatícios, Termo Inicial, Termo Final, Súmula 204 Do STJ, Súmula 111 Do STJ

Case Brief

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Parties

VALDEMAR DE SOUZA

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno / Julgado (decisão Colegiada)

  1. 1 termo inicial dos juros de mora em ações previdenciárias
  2. 2 marco final para cálculo da verba honorária nas ações previdenciárias
  3. 3 incidência das súmulas do STJ (204, 111 e 7)

Ratio Decidendi

O Tribunal manteve o entendimento consolidado de que, nas ações previdenciárias, os juros de mora são devidos a partir da citação válida (Súmula 204/STJ) e que o termo final para cálculo dos honorários advocatícios é a data do julgamento favorável à concessão do benefício, excluindo-se parcelas vincendas (Súmula 111/STJ). Assim, rejeitou a argumentação do agravante de que os juros deveriam incidir desde a DER com base no CPC/2015 e considerou aplicável a Súmula 7 como óbice à reanálise do percentual de honorários, motivo pelo qual negou provimento ao agravo interno.

Court Disposition

Agravo interno desprovido

Orders

  • Nego provimento ao agravo interno.
  • Deixo de aplicar a sanção prevista no art. 1.021, §4º, do CPC/2015.