AREsp 2918373 - DECISAO

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O agravo em recurso especial não foi conhecido porque a decisão agravada denegou seguimento por conformidade do acórdão recorrido com tese firmada em recurso repetitivo, hipótese em que, após o CPC/2015, o recurso cabível é o agravo interno, nos termos dos arts. 1.030, §2º, e 1.042, caput, do CPC/2015; assim, não se pode apreciar a pretensão de reforma quanto ao termo inicial dos juros moratórios nem a alegada negativa de prestação jurisdicional, esta última ficando prejudicada.

Parties
Agravante: BANCO DO BRASIL S.A.; Órgão Recorrido: Terceira Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
25 June 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento
Outcome
Não conheço do agravo em recurso especial.
Legal Topics
Juros Moratórios, Termo Inicial, Recursos Repetitivos, Negativa De Prestação Jurisdicional, Honorários Advocatícios

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Parties

BANCO DO BRASIL S.A.

Agravante

Terceira Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina

Órgão Recorrido

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento

  1. 1 cabimento do agravo em recurso especial contra decisão denegatória de seguimento fundada em precedente repetitivo
  2. 2 termo inicial da incidência dos juros moratórios de condenação genérica em sentença coletiva
  3. 3 alegação de negativa de prestação jurisdicional

Ratio Decidendi

O agravo em recurso especial não foi conhecido porque a decisão agravada denegou seguimento por conformidade do acórdão recorrido com tese firmada em recurso repetitivo, hipótese em que, após o CPC/2015, o recurso cabível é o agravo interno, nos termos dos arts. 1.030, §2º, e 1.042, caput, do CPC/2015; assim, não se pode apreciar a pretensão de reforma quanto ao termo inicial dos juros moratórios nem a alegada negativa de prestação jurisdicional, esta última ficando prejudicada.

Court Disposition

Não conheço do agravo em recurso especial.

Orders

  • Não conhecer do agravo em recurso especial.
  • Majorar os honorários advocatícios devidos pela parte agravante de 15% para 16% sobre o valor atualizado do débito exequendo.