AREsp 2513856 - DECISAO

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O agravo foi desprovido porque: a) a suspensão do processo em razão da liquidação extrajudicial não se impõe, conforme jurisprudência do STJ que tempera a incidência do art. 18 da Lei n. 6.024/1974; b) não se demonstrou hipossuficiência para concessão de justiça gratuita à pessoa jurídica (Súmula 481); c) não houve oposição de embargos de declaração, incidindo o óbice da Súmula 284 do STF; d) quanto aos juros remuneratórios, a Corte de origem realizou análise individualizada das peculiaridades do caso e concluiu pela abusividade cabalmente demonstrada, aplicando parâmetro compatível com a jurisprudência repetitiva do STJ, razão por que o reexame fático-probatório é vedado nesta via recursal

Parties
Agravante: PORTOCRED S.A. - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO (EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL)
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
07 February 2024
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Interposto Contra Inadmissão De Recurso Especial
Legal Topics
Juros Remuneratórios, Liquidação Extrajudicial, Assistência Judiciária Gratuita, Revisional De Contrato

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Parties

PORTOCRED S.A. - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO (EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL)

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Interposto Contra Inadmissão De Recurso Especial

  1. 1 suspensão de processos em razão de liquidação extrajudicial (art. 18 Lei 6.024/1974)
  2. 2 concessão de justiça gratuita a pessoa jurídica
  3. 3 possibilidade de revisão de juros remuneratórios em contratos bancários

Ratio Decidendi

O agravo foi desprovido porque: a) a suspensão do processo em razão da liquidação extrajudicial não se impõe, conforme jurisprudência do STJ que tempera a incidência do art. 18 da Lei n. 6.024/1974; b) não se demonstrou hipossuficiência para concessão de justiça gratuita à pessoa jurídica (Súmula 481); c) não houve oposição de embargos de declaração, incidindo o óbice da Súmula 284 do STF; d) quanto aos juros remuneratórios, a Corte de origem realizou análise individualizada das peculiaridades do caso e concluiu pela abusividade cabalmente demonstrada, aplicando parâmetro compatível com a jurisprudência repetitiva do STJ, razão por que o reexame fático-probatório é vedado nesta via recursal