AREsp 2444434 - ACORDAO
O agravo interno foi negado porque o agravante não apresentou elementos aptos a infirmar a decisão recorrida; a modificação do acórdão exigiria reexame de provas e interpretação de cláusulas contratuais, vedados pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, e a jurisprudência exige demonstração de que a taxa pactuada excede substancialmente a média de mercado divulgada pelo Banco Central para caracterizar abusividade.
- Parties
- Agravante: PORTOCRED S.A. - CFI (PORTOCRED)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Sessão Virtual Julgamento Da Terceira Turma
- Outcome
- Nego provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Juros Remuneratórios, Revisão Contratual, Súmulas 5 E 7 Do STJ, Dissídio Jurisprudencial
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
PORTOCRED S.A. - CFI (PORTOCRED)
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Sessão Virtual Julgamento Da Terceira Turma
Legal Issues
- 1 caracterização de abusividade de juros remuneratórios
- 2 aplicação das Súmulas n.ºs 5 e 7 do STJ
- 3 possibilidade de reexame de fatos e provas em recurso especial
Ratio Decidendi
O agravo interno foi negado porque o agravante não apresentou elementos aptos a infirmar a decisão recorrida; a modificação do acórdão exigiria reexame de provas e interpretação de cláusulas contratuais, vedados pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, e a jurisprudência exige demonstração de que a taxa pactuada excede substancialmente a média de mercado divulgada pelo Banco Central para caracterizar abusividade.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo interno
Orders
- Nego provimento ao agravo interno.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment