AREsp 2698947 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque: o pedido de suspensão com base no art. 18 da Lei 6.024/1974 é inviável para ação de revisão contratual voltada à certeza e liquidez do crédito; o pedido de gratuidade foi deferido apenas prospectivamente; a alegação de ofensa aos arts. 489 e 927 do CPC não foi viabilizada em razão da ausência de oposição de embargos de declaração (Súmula 284/STF); e a pretensão de afastar a abusividade dos juros demandaria reexame de matéria fático-probatória e interpretação contratual vedados pelas Súmulas 5 e 7/STJ, além de não ter sido demonstrada a divergência jurisprudencial nos termos legais.
- Parties
- Agravante: PORTOCRED S.A. - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO - EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Não Conhecimento Do Recurso Especial
- Legal Topics
- Juros Remuneratórios, Gratuidade Da Justiça, Liquidação Extrajudicial, Suspensão Do Processo, Revisão De Contrato Bancário, Dissídio Jurisprudencial, Embargos De Declaração, Súmulas 5 E 7/stj, Súmula 284/stf, Súmula 568/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
PORTOCRED S.A. - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO - EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 possibilidade de suspensão do processo com fundamento no art. 18 da Lei 6.024/1974
- 2 retroatividade do benefício da justiça gratuita
- 3 necessidade de oposição de embargos de declaração para sanar omissão e evitar óbice da Súmula 284/STF
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque: o pedido de suspensão com base no art. 18 da Lei 6.024/1974 é inviável para ação de revisão contratual voltada à certeza e liquidez do crédito; o pedido de gratuidade foi deferido apenas prospectivamente; a alegação de ofensa aos arts. 489 e 927 do CPC não foi viabilizada em razão da ausência de oposição de embargos de declaração (Súmula 284/STF); e a pretensão de afastar a abusividade dos juros demandaria reexame de matéria fático-probatória e interpretação contratual vedados pelas Súmulas 5 e 7/STJ, além de não ter sido demonstrada a divergência jurisprudencial nos termos legais.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment