AREsp 2727934 - DECISAO

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Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem motivadamente concluiu que não houve cerceamento de defesa, que a abusividade dos juros ficou demonstrada pelo cotejo entre a taxa contratada e a taxa média do BACEN, e que a instituição financeira não apresentou justificativa individualizada para a elevação dos juros; a pretensão recursal exigiria reexame de fatos e provas, vedado pela Súmula 7/STJ, e sofreu óbices pelas Súmulas 283 e 284/STF em razão de impugnação genérica aos fundamentos do acórdão recorrido.

Parties
Agravante: CREFISA S/A CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
30 September 2024
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042 Do Cpc/15) Interposto Contra Decisão Que Negou Seguimento Ao Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Decisão Que Nega Provimento Ao Recurso Especial
Legal Topics
Juros Remuneratórios, Revisão Contratual, Cerceamento De Defesa, Dissídio Jurisprudencial, Taxa Média Do BACEN, Repetição De Indébito

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Parties

CREFISA S/A CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS

Agravante

Procedural Posture

Agravo (art. 1.042 Do Cpc/15) Interposto Contra Decisão Que Negou Seguimento Ao Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Decisão Que Nega Provimento Ao Recurso Especial

  1. 1 alegação de cerceamento de defesa pela não produção de prova pericial ou oral (arts. 355 e 356 do CPC/15)
  2. 2 abusividade dos juros remuneratórios e uso da taxa média do BACEN como parâmetro
  3. 3 ônus probatório da instituição financeira para demonstrar fatores de risco que justifiquem taxa superior à média do mercado

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem motivadamente concluiu que não houve cerceamento de defesa, que a abusividade dos juros ficou demonstrada pelo cotejo entre a taxa contratada e a taxa média do BACEN, e que a instituição financeira não apresentou justificativa individualizada para a elevação dos juros; a pretensão recursal exigiria reexame de fatos e provas, vedado pela Súmula 7/STJ, e sofreu óbices pelas Súmulas 283 e 284/STF em razão de impugnação genérica aos fundamentos do acórdão recorrido.