AREsp 2572780 - DECISAO
Reconsiderou-se a decisão da Presidência para conhecer do agravo, mas negou-se provimento porque o Tribunal de origem corretamente reconheceu a abusividade dos juros contratuais em comparação com a taxa média do BACEN, verificando que a instituição financeira não apresentou provas capazes de justificar a cobrança de juros além da faixa razoável; além disso, as Súmulas 5 e 7 impedem reexame de questões fático-probatórias, e faltou prequestionamento sobre a necessidade de perícia, atraindo as Súmulas 282 e 356 do STF.
- Parties
- Parte Agravante: parte agravante; Parte Agravada: parte agravada; CREFISA; Autora: autora; Instituição Financeira Demandada: instituição financeira demandada
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Recurso Contra Decisão De Inadmissibilidade De Recurso Especial; Reconsideração Pela Presidência E Julgamento Colegiado
- Outcome
- Reconsiderada a decisão da Presidência para conhecer do agravo e negado-lhe provimento.
- Legal Topics
- Juros Remuneratórios, Abusividade Contratual, Taxa Média Do BACEN, Ônus Da Prova Da Instituição Financeira, Prova Pericial Contábil, Súmulas Do STJ E STF, Repetição De Indébito
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
parte agravante
Parte Agravante
parte agravada
Parte Agravada
CREFISA
autora
Autora
instituição financeira demandada
Instituição Financeira Demandada
Procedural Posture
Agravo Interno / Recurso Contra Decisão De Inadmissibilidade De Recurso Especial; Reconsideração Pela Presidência E Julgamento Colegiado
Legal Issues
- 1 admissibilidade do agravo interno contra decisão de inadmissibilidade de recurso especial
- 2 abusividade dos juros remuneratórios em face da taxa média do BACEN
- 3 ônus probatório da instituição financeira para justificar juros acima da média
Ratio Decidendi
Reconsiderou-se a decisão da Presidência para conhecer do agravo, mas negou-se provimento porque o Tribunal de origem corretamente reconheceu a abusividade dos juros contratuais em comparação com a taxa média do BACEN, verificando que a instituição financeira não apresentou provas capazes de justificar a cobrança de juros além da faixa razoável; além disso, as Súmulas 5 e 7 impedem reexame de questões fático-probatórias, e faltou prequestionamento sobre a necessidade de perícia, atraindo as Súmulas 282 e 356 do STF.
Court Disposition
Reconsiderada a decisão da Presidência para conhecer do agravo e negado-lhe provimento.
Orders
- Prejudicado o pedido de concessão de efeito suspensivo.
- Mantida a majoração dos honorários aplicada pela decisão agravada.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment