AREsp 2808893 - DECISAO

AREsp 2808893 - DECISAO

Negou‑se provimento ao agravo porque o pedido do recorrente demandaria reapreciação de matéria fático‑probatória (comparação da taxa contratada com a média do mercado e eventual existência de justificativas específicas), o que é vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, e porque a instituição financeira não se desincumbiu do ônus de provar a regularidade dos juros, nos termos do art. 373, II, do CPC; adotou‑se, assim, a conclusão do tribunal de origem acerca da abusividade e manteve‑se a condenação e a distribuição de sucumbência, majorando‑se honorários em 20% nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015.

Parties
Autor: PARTE AUTORA; Ré: CREFISA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
14 February 2025
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Sobre Inadmissibilidade De Recurso Especial / Julgamento Do Agravo
Outcome
Negou provimento ao agravo
Legal Topics
Juros Remuneratórios, Revisão Contratual, Restituição De Valores, Exibição De Documentos, Prescrição, Ônus Da Prova, Honorários Advocatícios

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 9 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

PARTE AUTORA

Autor

CREFISA

Procedural Posture

Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Sobre Inadmissibilidade De Recurso Especial / Julgamento Do Agravo

  1. 1 abusividade da taxa de juros remuneratórios em comparação à média divulgada pelo Banco Central
  2. 2 ônus probatório da instituição financeira (art. 373, II, CPC)
  3. 3 admissibilidade do recurso especial diante das Súmulas 5 e 7 do STJ

Ratio Decidendi

Negou‑se provimento ao agravo porque o pedido do recorrente demandaria reapreciação de matéria fático‑probatória (comparação da taxa contratada com a média do mercado e eventual existência de justificativas específicas), o que é vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, e porque a instituição financeira não se desincumbiu do ônus de provar a regularidade dos juros, nos termos do art. 373, II, do CPC; adotou‑se, assim, a conclusão do tribunal de origem acerca da abusividade e manteve‑se a condenação e a distribuição de sucumbência, majorando‑se honorários em 20% nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015.

Court Disposition

Negou provimento ao agravo

Orders

  • Majorou os honorários advocatícios em 20% do valor arbitrado, observando os limites dos §§ 2º e 3º do art. 85 do CPC/2015
  • Publique-se e intimem‑se