HC 1094190 - DECISAO
Concedeu-se o habeas corpus e restabeleceu-se a decisão que rejeitou a denúncia porque não houve apreensão de substância entorpecente nem de arma de fogo, tampouco laudo pericial que comprovasse a materialidade dos delitos imputados (art. 33 da Lei n. 11.343/2006 e art. 12 da Lei n. 10.826/2003); mensagens extraídas de aparelhos celulares, desacompanhadas do objeto material do delito e de laudo pericial que ateste a natureza da substância, são prova insuficiente para o recebimento da denúncia por tráfico ou posse de arma.
- Parties
- Paciente: ALEX DE BARROS MARTINS; Paciente: ALTINO ALVES DA SILVA; Paciente: EONARDO MARCELO BARROS DA SILVA; Paciente: LEONARDO SALES SALUM DA COSTA; Respondente: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 May 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Concessão De Habeas Corpus (decisão Monocrática)
- Legal Topics
- Justa Causa, Materialidade Delitiva, Trancamento De Ação Penal, Tráfico De Drogas, Posse De Arma De Fogo, Admissibilidade Da Denúncia, Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
ALEX DE BARROS MARTINS
Paciente
ALTINO ALVES DA SILVA
Paciente
EONARDO MARCELO BARROS DA SILVA
Paciente
LEONARDO SALES SALUM DA COSTA
Paciente
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Respondente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Concessão De Habeas Corpus (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 Se há justa causa para recebimento da denúncia sem apreensão de drogas ou armas
- 2 Se conversas extraídas de aparelho celular são suficientes para comprovar materialidade do crime de tráfico de drogas e de posse de arma
- 3 Aplicação da jurisprudência do STJ sobre necessidade de laudo toxicológico ou apreensão de entorpecente
Ratio Decidendi
Concedeu-se o habeas corpus e restabeleceu-se a decisão que rejeitou a denúncia porque não houve apreensão de substância entorpecente nem de arma de fogo, tampouco laudo pericial que comprovasse a materialidade dos delitos imputados (art. 33 da Lei n. 11.343/2006 e art. 12 da Lei n. 10.826/2003); mensagens extraídas de aparelhos celulares, desacompanhadas do objeto material do delito e de laudo pericial que ateste a natureza da substância, são prova insuficiente para o recebimento da denúncia por tráfico ou posse de arma.
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