REsp 2234332 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido porque a alínea 'c' não foi adequadamente fundamentada com cotejo analítico entre acórdãos e porque as questões suscitadas exigiriam revolvimento do conjunto fático-probatório decidido nas instâncias ordinárias (vedado pela Súmula 7 do STJ). Ademais, a preliminar sobre o art. 226 do CPP não atingia a recorrente, tendo-se verificado reconhecimento apenas do corréu conhecido pela testemunha, e a tese de legítima defesa não foi comprovada, incumbindo à defesa o ônus probatório (art. 156 do CPP). Por tais motivos, manteve-se a decisão do Tribunal de origem e não se conheceu do recurso com fundamento no art. 932, III, do CPC.
- Parties
- Recorrente: ANA CRISTINA DA SILVA; Corréu: WILLIAM; Recorrido: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 October 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- Não conheço do recurso especial, com fundamento no art. 932, III, do CPC.
- Legal Topics
- Legítima Defesa, Reconhecimento Pessoal (art. 226 Cpp), Ônus Da Prova (art. 156 Cpp), Reexame De Provas (súmula 7 Stj), Admissibilidade De Recurso Especial
Case Brief
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Parties
ANA CRISTINA DA SILVA
Recorrente
WILLIAM
Corréu
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Nulidade do reconhecimento pessoal (art. 226 do CPP)
- 2 Aplicação da excludente de ilicitude - legítima defesa (arts. 23, II, e 25 do CP)
- 3 Possibilidade de reexame de fatos e provas em recurso especial (Súmula 7 do STJ)
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido porque a alínea 'c' não foi adequadamente fundamentada com cotejo analítico entre acórdãos e porque as questões suscitadas exigiriam revolvimento do conjunto fático-probatório decidido nas instâncias ordinárias (vedado pela Súmula 7 do STJ). Ademais, a preliminar sobre o art. 226 do CPP não atingia a recorrente, tendo-se verificado reconhecimento apenas do corréu conhecido pela testemunha, e a tese de legítima defesa não foi comprovada, incumbindo à defesa o ônus probatório (art. 156 do CPP). Por tais motivos, manteve-se a decisão do Tribunal de origem e não se conheceu do recurso com fundamento no art. 932, III, do CPC.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial, com fundamento no art. 932, III, do CPC.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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