AREsp 2776421 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, negou-lhe provimento, por entender que o Tribunal de origem apreciou e fundamentou adequadamente a matéria; aplicou-se o IAC nº 18.193/2018 como precedente obrigatório fixando o marco final das diferenças remuneratórias na data de início dos efeitos da Lei Estadual nº 8.186/2004, o que torna a recorrente ilegitimada por ter ingressado no serviço público em momento posterior, e a modificação do julgamento exigiria reanálise de legislação estadual vedada em recurso especial (Súmula 280/STF por analogia).
- Parties
- Recorrente/agravante: POLYANNA VIVIAN DE ARAÚJO PENHA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 October 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo/agravo Em Recurso Especial / Conhecido Em Parte E Recurso Especial, Nessa Extensão, Negado Provimento; Decisão De Admissibilidade/meritória Proferida
- Legal Topics
- Legitimidade Ad Causam, Negativa De Prestação Jurisdicional, Incidente De Assunção De Competência (iac), Execução Individual De Sentença Coletiva, Incidência De Súmula (aplicação Por Analogia), Dissídio Jurisprudencial (temas 476 E 804/stj)
Case Brief
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Parties
POLYANNA VIVIAN DE ARAÚJO PENHA
Recorrente/agravante
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo/agravo Em Recurso Especial / Conhecido Em Parte E Recurso Especial, Nessa Extensão, Negado Provimento; Decisão De Admissibilidade/meritória Proferida
Legal Issues
- 1 se houve negativa de prestação jurisdicional quanto à legitimidade ad causam
- 2 aplicabilidade e força vinculante do IAC nº 18.193/2018 e fixação do termo final das diferenças remuneratórias
- 3 possibilidade de revisão de questões fundadas em legislação estadual em recurso especial (incidência da Súmula 280/STF por analogia)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, negou-lhe provimento, por entender que o Tribunal de origem apreciou e fundamentou adequadamente a matéria; aplicou-se o IAC nº 18.193/2018 como precedente obrigatório fixando o marco final das diferenças remuneratórias na data de início dos efeitos da Lei Estadual nº 8.186/2004, o que torna a recorrente ilegitimada por ter ingressado no serviço público em momento posterior, e a modificação do julgamento exigiria reanálise de legislação estadual vedada em recurso especial (Súmula 280/STF por analogia).
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