AREsp 2642434 - ACORDAO
O agravo interno foi desprovido porque a alegação de ilegitimidade do agravado não foi debatida em primeira instância nem prequestionada no acórdão recorrido; as razões do recurso especial também não suscitaram ofensa ao art. 1.022 do CPC, e o prequestionamento ficto não se aplica por envolver matéria fático-probatória cujo reexame é vedado em recurso especial.
- Parties
- Agravante: MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA; Agravado: VASCO DA CRUZ GOUVEIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado
- Outcome
- Agravo interno desprovido
- Legal Topics
- Legitimidade Ativa, Prequestionamento, Prequestionamento Ficto, Omissão (art. 1.022 Do Cpc), Reexame De Provas E Fatos, Súmula 7/stj, Súmulas 282 E 356/stf, Súmula 211/stj
Case Brief
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Parties
MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
Agravante
VASCO DA CRUZ GOUVEIA
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado
Legal Issues
- 1 Se a parte agravada comprovou a aquisição do imóvel e, assim, sua legitimidade para levantamento do depósito judicial
- 2 Se houve prequestionamento necessário para conhecimento do recurso especial
- 3 Se é aplicável o prequestionamento ficto (art. 1.025 do CPC) quando a matéria envolve questões fático-probatórias
Ratio Decidendi
O agravo interno foi desprovido porque a alegação de ilegitimidade do agravado não foi debatida em primeira instância nem prequestionada no acórdão recorrido; as razões do recurso especial também não suscitaram ofensa ao art. 1.022 do CPC, e o prequestionamento ficto não se aplica por envolver matéria fático-probatória cujo reexame é vedado em recurso especial.
Court Disposition
Agravo interno desprovido
Orders
- Nego provimento ao agravo interno.
Full Case Text
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