AREsp 2653931 - ACORDAO

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Mantida a decisão monocrática: reconheceu‑se que houve delegação/homologação das atribuições do Procurador‑Geral de Justiça ao Promotor de Justiça (Portaria n. 0908/2011-CG/PGJ e Portaria n. 0415/2017-GAB/PGJ), afastando a preliminar de ilegitimidade ativa apenas para efeitos de retorno dos autos ao Tribunal de...

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Parties
Autor: Ministério Público do Estado do Amapá; Réu: Maria Cristina do Rosário Almeida Mendes; Réu: Moisés Reátegui de Souza; Réu: Jorge Evaldo Edinho Duarte Pinheiro; Réu: Edmundo Ribeiro Tork Filho
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
24 March 2025
Procedural Posture
Recurso Especial (conhecido Por Decisão Monocrática) / Agravo Interno Contra Decisão Monocrática Julgado Pela Segunda Turma
Outcome
Agravo interno improvido; mantida decisão monocrática que conheceu do recurso especial e deu‑lhe provimento em parte
Legal Topics
Legitimidade Ativa Do Promotor De Justiça, Delegação De Atribuições Do Procurador Geral De Justiça, Dolo Em Atos De Improbidade, Aplicação Da Lei N. 14.230/2021, Súmula 7/stj, Reexame Do Acervo Fático Probatório
Processual Civil Administrativo Direito Público Improbidade Administrativa Legitimidade Ativa Do Promotor De Justiça Delegação De Atribuições Do Procurador Geral De Justiça Dolo Em Atos De Improbidade Aplicação Da Lei N. 14.230/2021 +2 more

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Parties

Ministério Público do Estado do Amapá

Autor

Maria Cristina do Rosário Almeida Mendes

Réu

Moisés Reátegui de Souza

Réu

Jorge Evaldo Edinho Duarte Pinheiro

Réu

Edmundo Ribeiro Tork Filho

Réu

Procedural Posture

Recurso Especial (conhecido Por Decisão Monocrática) / Agravo Interno Contra Decisão Monocrática Julgado Pela Segunda Turma

  1. 1 Ilegitimidade ativa do Promotor de Justiça para propositura de ação civil pública por ato de improbidade contra o Presidente da Assembleia Legislativa (art. 29, VIII e IX, Lei n. 8.625/93)
  2. 2 Existência de ato de improbidade administrativa praticado por Jorge Evaldo Edinho Duarte Pinheiro e Edmundo Ribeiro Tork Filho (art. 10, I, XI e XII, Lei n. 8.429/92) à luz da Lei n. 14.230/2021 que exige dolo
  3. 3 Possibilidade de revaloração jurídica do aresto quando o acórdão recorrido descreve suficientemente os elementos fático-probatórios (exceção à Súmula 7/STJ)

Ratio Decidendi

Mantida a decisão monocrática: reconheceu‑se que houve delegação/homologação das atribuições do Procurador‑Geral de Justiça ao Promotor de Justiça (Portaria n. 0908/2011-CG/PGJ e Portaria n. 0415/2017-GAB/PGJ), afastando a preliminar de ilegitimidade ativa apenas para efeitos de retorno dos autos ao Tribunal de origem para exame do mérito da apelação em relação a Moisés Reátegui de Souza; quanto a Jorge Evaldo Edinho Duarte Pinheiro e Edmundo Ribeiro Tork Filho, entendeu‑se que o acórdão recorrido descreve suficientemente os elementos fático‑probatórios, permitindo reavaliação jurídica, e que há elementos objetivos e subjetivos (dolo) para condená‑los pela prática de ato de improbidade...

Court Disposition

Agravo interno improvido; mantida decisão monocrática que conheceu do recurso especial e deu‑lhe provimento em parte

Orders

  • Manter a decisão monocrática proferida pelo Relator
  • Determinar o retorno dos autos ao Tribunal de origem para exame do mérito da apelação em relação ao recorrido Moisés Reátegui de Souza