AREsp 2642510 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque o agravante não demonstrou legitimidade para impugnar questões relativas a bens pertencentes a terceiro (seu filho), as matérias discutidas envolveram análise fático-probatória vedada em recurso especial nos termos da Súmula 7/STJ, e houve ausência...
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- Parties
- Agravante/recorrente: LUIS EULÁLIO DE BUENO VIDIGAL NETO; Coexecutado (proprietário): Luis Eulálio
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial (agravo De Instrumento) / Conheço Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Legitimidade Para Manejo De Recurso, Bem De Família, Impenhorabilidade, Nulidade Por Falta De Intimação, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmula 211/stj
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Parties
LUIS EULÁLIO DE BUENO VIDIGAL NETO
Agravante/recorrente
Luis Eulálio
Coexecutado (proprietário)
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial (agravo De Instrumento) / Conheço Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 legitimidade para manejar agravo de instrumento em defesa de interesse de terceiro
- 2 reconhecimento da impenhorabilidade do bem de família
- 3 nulidade processual pela falta de intimação do proprietário dos bens penhorados
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque o agravante não demonstrou legitimidade para impugnar questões relativas a bens pertencentes a terceiro (seu filho), as matérias discutidas envolveram análise fático-probatória vedada em recurso especial nos termos da Súmula 7/STJ, e houve ausência de prequestionamento de dispositivos legais indicados, nos termos da Súmula 211/STJ.
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Fiquem as partes cientificadas da possibilidade de imposição das multas previstas nos arts. 1.021, § 4º, e 1.026, § 2º, do CPC em caso de insistência injustificada.
- Deixo de majorar os honorários sucumbenciais, por entender que a verba honorária deve ser devida desde a origem do feito.
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