AREsp 1746782 - DECISAO
Por entender que a Caixa Econômica Federal atuou apenas como agente financeiro sem assumir etapas da construção e sem cláusula contratual ou legal que a torne solidariamente responsável pelo atraso, e não havendo omissão no acórdão recorrido, o Tribunal manteve a ilegitimidade passiva da CEF, rejeitou a alegação de omissão e negou provimento ao recurso especial, sendo vedado nesta via o reexame de provas e cláusulas contratuais (Súmulas 5 e 7/STJ).
- Parties
- Recorrente: SONIA DE OLIVEIRA MARTINS; Recorrida: Caixa Econômica Federal; Apelada: Residencial Bellavista LTDA; Apelada: Construtora Grow Engenharia e Construções LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecido O Agravo; Recurso Especial Conhecido E Negado Provimento
- Outcome
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial; honorários sucumbenciais majorados para 15% em favor do advogado da parte recorrida
- Legal Topics
- Legitimidade Passiva, Responsabilidade Civil, Contrato De Mútuo, Programa Minha Casa Minha Vida, Omissão (arts. 489 E 1.022 Cpc), Honorários Sucumbenciais, Súmulas 5 E 7/stj
Case Brief
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Parties
SONIA DE OLIVEIRA MARTINS
Recorrente
Caixa Econômica Federal
Recorrida
Residencial Bellavista LTDA
Apelada
Construtora Grow Engenharia e Construções LTDA
Apelada
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecido O Agravo; Recurso Especial Conhecido E Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Se a Caixa Econômica Federal possui legitimidade passiva para responder pelo atraso na entrega do imóvel
- 2 Se a Caixa atuou como mero agente financeiro ou como agente executor/operador do programa habitacional
- 3 Se houve omissão no acórdão quanto ao pedido de restituição das parcelas pagas após o atraso (art. 1.022 CPC)
Ratio Decidendi
Por entender que a Caixa Econômica Federal atuou apenas como agente financeiro sem assumir etapas da construção e sem cláusula contratual ou legal que a torne solidariamente responsável pelo atraso, e não havendo omissão no acórdão recorrido, o Tribunal manteve a ilegitimidade passiva da CEF, rejeitou a alegação de omissão e negou provimento ao recurso especial, sendo vedado nesta via o reexame de provas e cláusulas contratuais (Súmulas 5 e 7/STJ).
Court Disposition
Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial; honorários sucumbenciais majorados para 15% em favor do advogado da parte recorrida
Full Case Text
Judgment text and source record
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