REsp 2089330 - DECISAO
O STJ entendeu que não houve omissão apreciável quanto ao artigo 1.022 do CPC/2015, que a legitimidade passiva do Gerente Executivo do INSS como autoridade coatora é adequada para a ação que busca prazo para julgamento de recurso administrativo, e que os dispositivos indicados (arts. 17 e 485, VI, do CPC/2015) não possuem comando normativo capaz de infirmar o acórdão recorrido, aplicando-se a Súmula 284/STF. Em razão da prova da mora administrativa e da adequação da via do mandado de segurança, o recurso especial foi parcialmente conhecido e, nessa extensão, negado provimento, mantendo-se a decisão que fixou prazo e a redução da astreinte para R$ 100,00.
- Parties
- Recorrente: INSS; Impetrante: Impetrante; Autoridade Coatora: Gerente Executivo do INSS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 September 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial (impugna Acórdão Sobre Mandado De Segurança) / Julgamento No STJ Recurso Parcialmente Conhecido E Não Provido
- Outcome
- Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, não provido
- Legal Topics
- Legitimidade Passiva, Mandado De Segurança Por Demora Administrativa, Prazo Para Decisão Administrativa (lei 9.784/99 Art.49), Astreintes (multa Diária), Reserva Do Possível, Separação Dos Poderes, Súmula 284/stf
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
INSS
Recorrente
Impetrante
Impetrante
Gerente Executivo do INSS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Especial (impugna Acórdão Sobre Mandado De Segurança) / Julgamento No STJ Recurso Parcialmente Conhecido E Não Provido
Legal Issues
- 1 legitimidade passiva da autoridade apontada como coatora
- 2 possibilidade de mandado de segurança para discutir demora na análise de recurso administrativo
- 3 aplicação do prazo previsto no art. 49 da Lei 9.784/99
Ratio Decidendi
O STJ entendeu que não houve omissão apreciável quanto ao artigo 1.022 do CPC/2015, que a legitimidade passiva do Gerente Executivo do INSS como autoridade coatora é adequada para a ação que busca prazo para julgamento de recurso administrativo, e que os dispositivos indicados (arts. 17 e 485, VI, do CPC/2015) não possuem comando normativo capaz de infirmar o acórdão recorrido, aplicando-se a Súmula 284/STF. Em razão da prova da mora administrativa e da adequação da via do mandado de segurança, o recurso especial foi parcialmente conhecido e, nessa extensão, negado provimento, mantendo-se a decisão que fixou prazo e a redução da astreinte para R$ 100,00.
Court Disposition
Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, não provido
Orders
- Conheço parcialmente do recurso especial
- Nego provimento ao recurso especial na extensão conhecida
Full Case Text
Judgment text and source record
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