AREsp 2948324 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal estadual, com fundamento nas provas constantes dos autos, concluiu que a recorrente participou das tratativas e recebeu parte dos pagamentos, sendo legítima para figurar no polo passivo; a reforma desse entendimento exigiria reexame de provas, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ.
- Parties
- Agravante/recorrente: JACQUELINE DE MORAES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 August 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial (nega Provimento)
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Legitimidade Passiva, Recurso Especial, Súmula 7 Do STJ, Súmula 543 Do STJ, Dano Moral, Nulidade De Negócio Jurídico, Rescisão Contratual, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
JACQUELINE DE MORAES
Agravante/recorrente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial (nega Provimento)
Legal Issues
- 1 legitimidade passiva da recorrente para figurar no polo passivo da ação declaratória de nulidade de negócio jurídico
- 2 incidência da Súmula 7 do STJ vedando o reexame de matéria fático-probatória em recurso especial
- 3 aplicação de dispositivos do CDC quanto à responsabilização na cadeia de fornecedores
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal estadual, com fundamento nas provas constantes dos autos, concluiu que a recorrente participou das tratativas e recebeu parte dos pagamentos, sendo legítima para figurar no polo passivo; a reforma desse entendimento exigiria reexame de provas, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ.
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Majoro, em 10% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, os honorários advocatícios em desfavor da parte ora recorrente, observados os limites do § 2º do art. 85 do CPC e ressalvada eventual gratuidade de justiça.
Full Case Text
Judgment text and source record
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