REsp 1587338 - DECISAO
Conheceu-se em parte do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento. Mantém-se o entendimento de que a instituição financeira age como mero agente de repasse/mero executor e, portanto, não é, em regra, autoridade coatora apta a figurar no polo passivo do mandado de segurança; a legitimidade passiva é do Delegado da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária em São Paulo. Reconheceu-se que a impetrante não deu causa ao atraso na entrega da certidão emitida pelo CNAS, de modo que não pode ser prejudicada por esse atraso, e o acórdão recorrido não padece de omissão nem demonstração válida de divergência jurisprudencial nos termos legais.
- Parties
- Recorrente: Obras Sociais Universitárias e Culturais; Autoridade Coatora Invocada / Parte Apontada No Polo Passivo: Diretor Comercial do Banco Itaú S/A; Autoridade Coatora Reconhecida / Parte Legítima No Polo Passivo: Delegado da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária em São Paulo/SP; Recorrida (referida Nos Autos Como Agravante): União
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 February 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgado No Superior Tribunal De Justiça (decisão De Mérito)
- Outcome
- Conheço em parte do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento
- Legal Topics
- Legitimidade Passiva, CPMF, Instruções Normativas, Omissão Em Acórdão (art. 535 Cpc/1973), Dissídio Jurisprudencial
Case Brief
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Parties
Obras Sociais Universitárias e Culturais
Recorrente
Diretor Comercial do Banco Itaú S/A
Autoridade Coatora Invocada / Parte Apontada No Polo Passivo
Delegado da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária em São Paulo/SP
Autoridade Coatora Reconhecida / Parte Legítima No Polo Passivo
União
Recorrida (referida Nos Autos Como Agravante)
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgado No Superior Tribunal De Justiça (decisão De Mérito)
Legal Issues
- 1 legitimidade passiva para fins de mandado de segurança (se a instituição financeira/executor figura como autoridade coatora)
- 2 incidência ou não da CPMF sobre entidades beneficentes de assistência social
- 3 alegada omissão do acórdão quanto às certidões juntadas
Ratio Decidendi
Conheceu-se em parte do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento. Mantém-se o entendimento de que a instituição financeira age como mero agente de repasse/mero executor e, portanto, não é, em regra, autoridade coatora apta a figurar no polo passivo do mandado de segurança; a legitimidade passiva é do Delegado da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária em São Paulo. Reconheceu-se que a impetrante não deu causa ao atraso na entrega da certidão emitida pelo CNAS, de modo que não pode ser prejudicada por esse atraso, e o acórdão recorrido não padece de omissão nem demonstração válida de divergência jurisprudencial nos termos legais.
Court Disposition
Conheço em parte do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento
Orders
- Conheço em parte do recurso especial
- Nego provimento ao recurso especial
Full Case Text
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