REsp 1877551 - DECISAO

REsp 1877551 - DECISAO

Reconsiderando a decisão monocrática, o Relator entendeu que, quando a demanda se limita a alegar má administração ou falha na gestão dos valores depositados nas contas vinculadas ao PASEP (sem impugnar normas do Conselho Diretor), o Banco do Brasil, na qualidade de gestor e delegatário do serviço, possui legitimidade passiva, conforme orientação jurisprudencial dominante do STJ; assim, negou provimento ao Recurso Especial e prejudicou o agravo interno, aplicando também entendimento sobre a inaplicabilidade da fixação de honorários recursais na ausência de condenação anterior pelas instâncias ordinárias.

Parties
Agravante: FRANCISCA FAVACHO MODESTO ROSA; Recorrente (recurso Especial): BANCO DO BRASIL S.A.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
08 March 2021
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão De Reconsideração E Julgamento Do Recurso Especial
Outcome
RECONSIDERO a decisão de fls. 236/238e; PREJUDICADO o Agravo Interno de fls. 241/250e; NEGO PROVIMENTO ao Recurso Especial.
Legal Topics
Legitimidade Passiva, PASEP, Competência, Honorários Advocatícios, Responsabilidade Civil Do Prestador De Serviço Público, Recurso Especial, Agravo Interno

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Parties

FRANCISCA FAVACHO MODESTO ROSA

Agravante

BANCO DO BRASIL S.A.

Recorrente (recurso Especial)

Procedural Posture

Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão De Reconsideração E Julgamento Do Recurso Especial

  1. 1 legitimidade passiva do Banco do Brasil para figurar no polo passivo de ações relativas ao PASEP
  2. 2 competência da Justiça Estadual para ações em que o Banco do Brasil é gestor do PASEP
  3. 3 responsabilidade civil do Banco do Brasil por má gestão dos valores depositados nas contas vinculadas ao PASEP

Ratio Decidendi

Reconsiderando a decisão monocrática, o Relator entendeu que, quando a demanda se limita a alegar má administração ou falha na gestão dos valores depositados nas contas vinculadas ao PASEP (sem impugnar normas do Conselho Diretor), o Banco do Brasil, na qualidade de gestor e delegatário do serviço, possui legitimidade passiva, conforme orientação jurisprudencial dominante do STJ; assim, negou provimento ao Recurso Especial e prejudicou o agravo interno, aplicando também entendimento sobre a inaplicabilidade da fixação de honorários recursais na ausência de condenação anterior pelas instâncias ordinárias.

Court Disposition

RECONSIDERO a decisão de fls. 236/238e; PREJUDICADO o Agravo Interno de fls. 241/250e; NEGO PROVIMENTO ao Recurso Especial.

Orders

  • Reconsidero a decisão de fls. 236/238e
  • Prejudicado o Agravo Interno de fls. 241/250e