REsp 1927678 - DECISAO
O STJ conheceu, em parte, do Recurso Especial e negou-lhe provimento, consolidando que o Banco do Brasil é parte legítima para responder por saques indevidos em conta vinculada ao PASEP quando a demanda versa sobre má gestão/saques indevidos; manteve a conclusão de que o banco não comprovou a legalidade dos débitos, cabendo-lhe a condenação ao pagamento dos valores indevidamente sacados (a serem apurados em liquidação), afastou a obrigação do banco de realizar a atualização monetária desses valores por ser atribuição do Conselho Diretor do Fundo PIS-PASEP/União, e confirmou a inexistência de dano moral na hipótese concreta; majorou os honorários recursais em 10% sobre o já arbitrado.
- Parties
- Recorrente: BANCO DO BRASIL S.A.; Recorrida: parte autora
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 May 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (conhecimento E Julgamento)
- Outcome
- Recurso Especial conhecido em parte e negado provimento
- Legal Topics
- Legitimidade Passiva, Prescrição, Danos Materiais, Danos Morais, Atualização Monetária, Ônus Da Prova, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
BANCO DO BRASIL S.A.
Recorrente
parte autora
Recorrida
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (conhecimento E Julgamento)
Legal Issues
- 1 legitimidade passiva do Banco do Brasil para responder por saques indevidos em conta PASEP
- 2 prescrição da pretensão indenizatória e aplicação da teoria actio nata
- 3 existência de responsabilidade civil e necessidade de comprovação dos débitos pelo banco (ônus da prova)
Ratio Decidendi
O STJ conheceu, em parte, do Recurso Especial e negou-lhe provimento, consolidando que o Banco do Brasil é parte legítima para responder por saques indevidos em conta vinculada ao PASEP quando a demanda versa sobre má gestão/saques indevidos; manteve a conclusão de que o banco não comprovou a legalidade dos débitos, cabendo-lhe a condenação ao pagamento dos valores indevidamente sacados (a serem apurados em liquidação), afastou a obrigação do banco de realizar a atualização monetária desses valores por ser atribuição do Conselho Diretor do Fundo PIS-PASEP/União, e confirmou a inexistência de dano moral na hipótese concreta; majorou os honorários recursais em 10% sobre o já arbitrado.
Court Disposition
Recurso Especial conhecido em parte e negado provimento
Orders
- Negado provimento ao Recurso Especial interposto pelo BANCO DO BRASIL S.A.
- Mantida a condenação do Banco do Brasil ao pagamento dos valores indevidamente sacados da conta vinculada ao PASEP da autora, a serem apurados em liquidação de sentença
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