AREsp 2698061 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e decidiu-se por não conhecer do Recurso Especial, por aplicação da Súmula 284/STF quanto à deficiência de fundamentação do dispositivo apontado, por falta de legitimidade recursal dos agravantes para impugnar penhora sobre faturamento de pessoa jurídica alheia ao processo (cabendo à própria pessoa jurídica manejar a defesa), por incidência da Súmula 7/STJ quanto à necessidade de reexame de fatos e provas e por ausência de prequestionamento (Súmulas 282 e 356/STF) quanto a dispositivos apontados não examinados pelo Tribunal de origem.
- Parties
- Agravante: DILSON FIGUEIRO PINTO LIMA; Agravante: OUTRO; Recorrente/sócio: RICARDO FIGUEIRÓ PINTO LIMA; Pessoa Jurídica: MR Síndico Profissional Ltda.; Imobiliária Mencionada: Sindilar; Condomínio Recorrido: condomínio recorrido
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Que Não Admitiu Seu Recurso Especial
- Legal Topics
- Legitimidade Recursal, Interesse Recursal, Penhora De Faturamento De Pessoa Jurídica, Verba Alimentar, Desconsideração Da Personalidade Jurídica, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmula 284/stf, Súmulas 282 E 356/stf
Case Brief
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Parties
DILSON FIGUEIRO PINTO LIMA
Agravante
OUTRO
Agravante
RICARDO FIGUEIRÓ PINTO LIMA
Recorrente/sócio
MR Síndico Profissional Ltda.
Pessoa Jurídica
Sindilar
Imobiliária Mencionada
condomínio recorrido
Condomínio Recorrido
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Que Não Admitiu Seu Recurso Especial
Legal Issues
- 1 legitimidade para impugnar penhora sobre faturamento de pessoa jurídica alheia ao processo
- 2 possibilidade de penhora sobre verba de natureza alimentar
- 3 necessidade de desconsideração da personalidade jurídica para atingir faturamento de empresa não parte
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e decidiu-se por não conhecer do Recurso Especial, por aplicação da Súmula 284/STF quanto à deficiência de fundamentação do dispositivo apontado, por falta de legitimidade recursal dos agravantes para impugnar penhora sobre faturamento de pessoa jurídica alheia ao processo (cabendo à própria pessoa jurídica manejar a defesa), por incidência da Súmula 7/STJ quanto à necessidade de reexame de fatos e provas e por ausência de prequestionamento (Súmulas 282 e 356/STF) quanto a dispositivos apontados não examinados pelo Tribunal de origem.
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