RHC 137618 - ACORDAO
Havendo prisão provisória iniciada em 29/9/2019 e condenação a 1 ano de detenção, o paciente permaneceu segregado por período superior à pena aplicada, configurando coação ilegal manifesto que justificou, via habeas corpus, a declaração de extinção da punibilidade limitada ao processo de origem; portanto, negou-se provimento ao agravo regimental e manteve-se a decisão que declarou extinta a punibilidade quanto ao Processo n. 0007758-34.2019.8.25.0053 e determinou o relaxamento da prisão.
- Parties
- Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Paciente: paciente
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 April 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Acórdão (sexta Turma)
- Legal Topics
- Lesão Corporal, Prisão Preventiva, Extinção Da Punibilidade, Detração Da Pena, Coação Ilegal, Unificação De Penas
Case Brief
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Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Agravante
paciente
Paciente
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Acórdão (sexta Turma)
Legal Issues
- 1 competência do juízo da execução para declarar extinção da punibilidade e decidir sobre detração (art. 66, Lei n. 7.210/1984)
- 2 possibilidade de atuação do Superior Tribunal por habeas corpus para sanar ilegalidade manifesta mesmo em fase de execução
- 3 excesso de prazo de custódia cautelar superior à pena definitiva como causa de coação ilegal
Ratio Decidendi
Havendo prisão provisória iniciada em 29/9/2019 e condenação a 1 ano de detenção, o paciente permaneceu segregado por período superior à pena aplicada, configurando coação ilegal manifesto que justificou, via habeas corpus, a declaração de extinção da punibilidade limitada ao processo de origem; portanto, negou-se provimento ao agravo regimental e manteve-se a decisão que declarou extinta a punibilidade quanto ao Processo n. 0007758-34.2019.8.25.0053 e determinou o relaxamento da prisão.
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