AREsp 1457605 - DECISAO
Não houve omissão a ser sanada nos embargos de declaração, pois o pedido de restituição/compensação foi analisado pelo Tribunal de origem; a compensação foi reconhecida apenas em relação às contribuições previdenciárias (Lei nº 7.787/89), sendo inviável a compensação com PIS e COFINS, razão pela qual os depósitos relativos a esses tributos podem ser convertidos em renda para a União; portanto, nega-se provimento ao agravo em recurso especial.
- Parties
- Agravante: JP MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS; Agravante: BANCO JP MORGAN S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Nega Provimento Ao Agravo
- Outcome
- Agravo em Recurso Especial negado provimento
- Legal Topics
- Levantamento De Depósito Judicial, Compensação Tributária, Contribuição Previdenciária, Embargos De Declaração E Omissão (art. 1.022 Cpc/2015), Honorários Sucumbenciais
Case Brief
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Parties
JP MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS
Agravante
BANCO JP MORGAN S/A
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Nega Provimento Ao Agravo
Legal Issues
- 1 ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015
- 2 possibilidade de levantamento de depósito judicial
- 3 compensação de contribuições previdenciárias com PIS e COFINS
Ratio Decidendi
Não houve omissão a ser sanada nos embargos de declaração, pois o pedido de restituição/compensação foi analisado pelo Tribunal de origem; a compensação foi reconhecida apenas em relação às contribuições previdenciárias (Lei nº 7.787/89), sendo inviável a compensação com PIS e COFINS, razão pela qual os depósitos relativos a esses tributos podem ser convertidos em renda para a União; portanto, nega-se provimento ao agravo em recurso especial.
Court Disposition
Agravo em Recurso Especial negado provimento
Orders
- Nega-se provimento ao Agravo em Recurso Especial interposto por JP Morgan Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários e Banco JP Morgan S/A
- Majoram-se, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) os honorários sucumbenciais já arbitrados na origem, na forma do art. 85, § 11, do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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