AREsp 1686098 - DECISAO
O agravo é improvido porque não houve omissão do Tribunal de origem quanto às questões essenciais (art. 1.022, II, CPC/2015) e porque a pretensão de reformar o acórdão implicaria reexame de fatos e provas (verificação de datas do bloqueio/deposito e do trânsito em julgado/preclusão), providência vedada em recurso especial na forma da Súmula 7 do STJ; assim, mantiveram-se os fundamentos que autorizaram o levantamento dos valores.
- Parties
- Agravante: OI S.A. EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL; Recorrida: BRASIL TELECOM
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 November 2021
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042 Do Cpc/2015) / Juízo De Admissibilidade
- Outcome
- Nega-se provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Levantamento De Valores, Alvará, Preclusão, Penhora, Omissão (art. 1.022 Cpc/2015), Súmula 7/stj, Habilitação De Crédito
Case Brief
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Parties
OI S.A. EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Agravante
BRASIL TELECOM
Recorrida
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042 Do Cpc/2015) / Juízo De Admissibilidade
Legal Issues
- 1 Possibilidade de levantamento de valores bloqueados/depositados antes do deferimento da recuperação judicial
- 2 Alegação de omissão do acórdão quanto ao art. 1.022, II, do CPC/2015
- 3 Incidência da Súmula 7 do STJ quanto à vedação de reexame de matéria fático-probatória
Ratio Decidendi
O agravo é improvido porque não houve omissão do Tribunal de origem quanto às questões essenciais (art. 1.022, II, CPC/2015) e porque a pretensão de reformar o acórdão implicaria reexame de fatos e provas (verificação de datas do bloqueio/deposito e do trânsito em julgado/preclusão), providência vedada em recurso especial na forma da Súmula 7 do STJ; assim, mantiveram-se os fundamentos que autorizaram o levantamento dos valores.
Court Disposition
Nega-se provimento ao agravo.
Orders
- Nega-se provimento ao agravo.
- Publique-se.
Full Case Text
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