RMS 67052 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque o pedido implicaria reexame de matérias já decididas em apelação e embargos de declaração após exaurimento da jurisdição do relator; o recorrente não demonstrou prova pré-constituída de propriedade e licitude dos bens; há ilegitimidade para pleitear bens de terceiros ou de pessoa jurídica; e a jurisprudência do STJ exige prova da propriedade e da origem lícita como requisito para liberação de bens, razão pela qual o mandado de segurança não se presta à dilação probatória exigida para a restituição.
- Parties
- Recorrente/impetrante: ANDERSON KIOSHI SATOU; Impetrado/autoridade Coatora: Tribunal de Justiça de São Paulo; Interveniente: Ministério Público do Estado de São Paulo
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 November 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Decisão Pelo Superior Tribunal De Justiça (nego Provimento Ao Recurso)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em mandado de segurança
- Legal Topics
- Liberação De Bens Apreendidos, Perdimento De Bens, Legitimidade Para Restituição, Exaurimento Da Jurisdição Do Relator, Prova Pré Constituída
Case Brief
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Parties
ANDERSON KIOSHI SATOU
Recorrente/impetrante
Tribunal de Justiça de São Paulo
Impetrado/autoridade Coatora
Ministério Público do Estado de São Paulo
Interveniente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Decisão Pelo Superior Tribunal De Justiça (nego Provimento Ao Recurso)
Legal Issues
- 1 possibilidade de conhecimento de mandado de segurança para liberação de bens após exaurimento da jurisdição do relator
- 2 legitimidade do recorrente para pleitear restituição de bens de terceiros ou de pessoa jurídica
- 3 necessidade de prova pré-constituída quanto à propriedade e licitude dos bens para fins de mandado de segurança
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque o pedido implicaria reexame de matérias já decididas em apelação e embargos de declaração após exaurimento da jurisdição do relator; o recorrente não demonstrou prova pré-constituída de propriedade e licitude dos bens; há ilegitimidade para pleitear bens de terceiros ou de pessoa jurídica; e a jurisprudência do STJ exige prova da propriedade e da origem lícita como requisito para liberação de bens, razão pela qual o mandado de segurança não se presta à dilação probatória exigida para a restituição.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em mandado de segurança
Orders
- Indeferi a liminar
- Nego provimento ao recurso
Full Case Text
Judgment text and source record
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