EAREsp 2564476 - ACORDAO
Negou‑se provimento ao agravo interno porque houve prequestionamento das teses impugnadas e o juízo de admissibilidade atuou corretamente (inclusive aplicando a Súmula 7/STJ na parte que exige não reexaminar provas); ademais, em ações que discutem o reequilíbrio econômico‑financeiro de contratos/convênios para...
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- Parties
- Agravante: SANTA CASA DE CARIDADE E MATERNIDADE DE IBITINGA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgamento (acórdão)
- Outcome
- negado provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Litisconsórcio Passivo Necessário, Prequestionamento, Súmula 7 Do STJ, Sistema Único De Saúde (sus), Revisão De Valores Da Tabela SUS / TUNEP, Embargos De Divergência, Competência Dos Entes Federativos Contratantes
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Parties
SANTA CASA DE CARIDADE E MATERNIDADE DE IBITINGA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgamento (acórdão)
Legal Issues
- 1 existência de prequestionamento quanto às teses suscitadas
- 2 incidência da Súmula 7 do STJ e vedação ao reexame fático-probatório
- 3 necessidade de formação de litisconsórcio passivo necessário envolvendo a União e o ente federativo local contratante em ações que buscam revisão de valores da tabela do SUS
Ratio Decidendi
Negou‑se provimento ao agravo interno porque houve prequestionamento das teses impugnadas e o juízo de admissibilidade atuou corretamente (inclusive aplicando a Súmula 7/STJ na parte que exige não reexaminar provas); ademais, em ações que discutem o reequilíbrio econômico‑financeiro de contratos/convênios para prestação complementar ao SUS, é necessária a inclusão da União e do ente federativo que celebrou diretamente o negócio jurídico, de modo que não há fundamento para acolher o agravo interno.
Court Disposition
negado provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Não aplicar a multa prevista no § 4º do art. 1.021 do CPC/2015.
Full Case Text
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