REsp 2235825 - DECISAO

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Não há litispendência porque falta a tríplice identidade entre ações: apesar de coincidirem as partes, os pedidos são juridicamente distintos (revalidação versus apostilamento). Além disso, a modificação do entendimento das instâncias ordinárias exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado em Recurso Especial pela Súmula 7/STJ. Portanto, aplicando jurisprudência consolidada e a teoria do fato consumado às liminares concedidas antes de 30/6/2022, não se conhece do recurso especial.

Parties
Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS; Apelada: FUNDAÇÃO UNIRG; Impetrante: impetrante (candidata)
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
24 December 2025
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento
Outcome
Não conheço do recurso especial.
Legal Topics
Litispendência, Apostilamento De Diploma, Revalidação De Diploma, Teoria Do Fato Consumado, Mandado De Segurança

Case Brief

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Parties

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS

Recorrente

FUNDAÇÃO UNIRG

Apelada

impetrante (candidata)

Impetrante

Procedural Posture

Recurso Especial / Julgamento

  1. 1 Verificar existência de litispendência entre Mandados de Segurança n. 0006084-35.2024.8.27.2722 e 0002270-83.2022.8.27.2722
  2. 2 Analisar aplicabilidade da teoria do fato consumado ao caso, em especial para decisões liminares concedidas antes de 30/6/2022

Ratio Decidendi

Não há litispendência porque falta a tríplice identidade entre ações: apesar de coincidirem as partes, os pedidos são juridicamente distintos (revalidação versus apostilamento). Além disso, a modificação do entendimento das instâncias ordinárias exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado em Recurso Especial pela Súmula 7/STJ. Portanto, aplicando jurisprudência consolidada e a teoria do fato consumado às liminares concedidas antes de 30/6/2022, não se conhece do recurso especial.

Court Disposition

Não conheço do recurso especial.

Orders

  • NÃO CONHEÇO do recurso especial, com fundamento no art. 255, § 4º, I, do RISTJ.
  • Caso exista prévia fixação de honorários sucumbenciais pelas instâncias de origem, majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites legais aplicáveis.