REsp 2126355 - DECISAO
O STJ concluiu que não houve omissão ou insuficiência de fundamentação no acórdão recorrido (afastando as alegadas violações aos arts. 489 e 1.022 do CPC), que não é possível, na via do recurso especial, examinar eventual ofensa a decreto ou ato infralegal, e que a questão principal foi decidida sob fundamento eminentemente constitucional, o que torna a matéria imprópria para reexame no recurso especial por usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal; assim, conheceu parcialmente do recurso e, nessa parte, negou-lhe provimento.
- Parties
- Autoridade Coatora: Reitor da Universidade Federal do Alagoas; Autoridade Coatora: Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Federal do Alagoas; Recorrente/apelante: Universidade Federal de Alagoas - UFAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 April 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão No Superior Tribunal De Justiça: Conhecido Parcialmente E, Nessa Parte, Negado Provimento
- Outcome
- Recurso especial conhecido parcialmente e, nessa parte, negado provimento
- Legal Topics
- Mandado De Segurança, Cotas, Inclusão Regional, Isonomia Federativa, Recurso Especial, Competência Constitucional
Case Brief
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Parties
Reitor da Universidade Federal do Alagoas
Autoridade Coatora
Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Federal do Alagoas
Autoridade Coatora
Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Recorrente/apelante
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão No Superior Tribunal De Justiça: Conhecido Parcialmente E, Nessa Parte, Negado Provimento
Legal Issues
- 1 legitimidade constitucional da bonificação/regra de inclusão regional prevista pela Resolução n. 22/2015 - CONSUNI/UFAL
- 2 compatibilidade da bonificação regional com a Lei n. 12.711/2012 (regime de cotas)
- 3 alegada omissão ou ausência de fundamentação no acórdão do Tribunal a quo (art. 489 e art. 1.022 do CPC)
Ratio Decidendi
O STJ concluiu que não houve omissão ou insuficiência de fundamentação no acórdão recorrido (afastando as alegadas violações aos arts. 489 e 1.022 do CPC), que não é possível, na via do recurso especial, examinar eventual ofensa a decreto ou ato infralegal, e que a questão principal foi decidida sob fundamento eminentemente constitucional, o que torna a matéria imprópria para reexame no recurso especial por usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal; assim, conheceu parcialmente do recurso e, nessa parte, negou-lhe provimento.
Court Disposition
Recurso especial conhecido parcialmente e, nessa parte, negado provimento
Orders
- Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa parte, nego-lhe provimento
- Publique-se
Full Case Text
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