AREsp 2623170 - DECISAO
Não conhecer do recurso especial porque a decisão recorrida fundamentou-se em valoração fático-probatória (conclusão de que não se aplicaria decadência ao redirecionamento e que o crédito só foi definitivamente constituído em 01/2020, bem como na análise da adequação da via mandamental por exigir dilação probatória), matéria que demandaria reexame de fatos e provas, vedado nesta Corte pela Súmula 7 do STJ; ainda, o Tribunal a quo corretamente entendeu que a decadência não se aplica ao redirecionamento da responsabilidade tributária e que o art.16 da IN-RFB 1.862/2018 não ofende, no caso, o contraditório e a ampla defesa.
- Parties
- Agravante/impetrante: MARIA DO SOCORRO RABELO; Agravada/recorrida: UNIÃO (FAZENDA NACIONAL)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial (referente a Mandado De Segurança) / Decisão Monocrática De Admissibilidade/não Conhecimento Do Recurso Especial
- Outcome
- Recurso especial não conhecido (não admitido)
- Legal Topics
- Mandado De Segurança, Decadência Tributária, Prescrição Tributária, Responsabilidade Tributária De Terceiros, Sucessão Empresarial Fraudulenta, Inadmissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MARIA DO SOCORRO RABELO
Agravante/impetrante
UNIÃO (FAZENDA NACIONAL)
Agravada/recorrida
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial (referente a Mandado De Segurança) / Decisão Monocrática De Admissibilidade/não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Aplicação do prazo decadencial ao redirecionamento da responsabilidade tributária
- 2 Violação do direito ao contraditório e ampla defesa pela aplicação do art.16 da IN-RFB 1.862/2018
- 3 Necessidade de dilação probatória para comprovar sucessão empresarial fraudulenta
Ratio Decidendi
Não conhecer do recurso especial porque a decisão recorrida fundamentou-se em valoração fático-probatória (conclusão de que não se aplicaria decadência ao redirecionamento e que o crédito só foi definitivamente constituído em 01/2020, bem como na análise da adequação da via mandamental por exigir dilação probatória), matéria que demandaria reexame de fatos e provas, vedado nesta Corte pela Súmula 7 do STJ; ainda, o Tribunal a quo corretamente entendeu que a decadência não se aplica ao redirecionamento da responsabilidade tributária e que o art.16 da IN-RFB 1.862/2018 não ofende, no caso, o contraditório e a ampla defesa.
Court Disposition
Recurso especial não conhecido (não admitido)
Orders
- Não conheço do recurso especial
- Sem honorários advocatícios, nos termos do art. 25 da Lei n. 12.016/2009 e Súmulas n. 512 do STF e 105 do STJ
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment