REsp 2097837 - DECISAO
O STJ conheceu parcialmente do recurso especial e negou-lhe provimento, entendendo que o Tribunal de Justiça do Paraná fundamentou adequadamente o reconhecimento da legitimidade passiva da Procuradoria-Geral do Estado com base na competência para administração e cobrança da dívida ativa (art. 1º, III, do estatuto da PGE); concluiu também que não houve omissão recursal nos termos alegados (arts. 489 e 1.022 do CPC) e que a reanálise da legislação local exigida pela parte é vedada em recurso especial, aplicando-se por analogia a Súmula 280 do STF.
- Parties
- Recorrente: ESTADO DO PARANÁ; Autoridade Coatora: PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO DO PARANÁ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 September 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgado No STJ (conhecido Parcialmente E Negado Provimento)
- Outcome
- Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego provimento.
- Legal Topics
- Mandado De Segurança, Legitimidade Passiva, Dívida Ativa, Moratória Tributária, Competência Institucional, Omissão Judicial (art. 1.022 E Art. 489 Cpc)
Case Brief
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Parties
ESTADO DO PARANÁ
Recorrente
PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO DO PARANÁ
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgado No STJ (conhecido Parcialmente E Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Se a Procuradora-Geral do Estado possui legitimidade passiva para figurar como autoridade coatora em mandado de segurança que discute suspensão de parcelamento tributário
- 2 Se a concessão de moratória depende de lei específica e se a Procuradoria-Geral do Estado possui competência para concedê-la
- 3 Se houve omissão no acórdão do Tribunal de origem nos termos dos arts. 1.022, II, e 489, §1º, IV, do CPC
Ratio Decidendi
O STJ conheceu parcialmente do recurso especial e negou-lhe provimento, entendendo que o Tribunal de Justiça do Paraná fundamentou adequadamente o reconhecimento da legitimidade passiva da Procuradoria-Geral do Estado com base na competência para administração e cobrança da dívida ativa (art. 1º, III, do estatuto da PGE); concluiu também que não houve omissão recursal nos termos alegados (arts. 489 e 1.022 do CPC) e que a reanálise da legislação local exigida pela parte é vedada em recurso especial, aplicando-se por analogia a Súmula 280 do STF.
Court Disposition
Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego provimento.
Orders
- Recurso especial conhecido parcialmente e negado provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
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